Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Livro: Diário de Busca Editora: Chiado Autor: W-Souza Sinopse: O incansável explorador dá de ombros e não se deixa abater, tentando demonstrar maturidade e controle. Eval tinha razão, muito ainda estava por vir, aquilo era só o começo. Aprendeu com sua mãe a ser persistente, a lutar pelo que acredita, e pensou: É como dizia um velho amigo - Para o obstinado, o tropeço é apenas um empurrão para seguir em frente. Agradeceu, despediu-se, pegou a mochila, e virando a aba do boné para trás, gesto que fazia quando estava indignado, partiu, sorrindo apenas para a secretária. Jamais desistiria, não era o perfil dos Di Carlli. Dali foi direto para a biblioteca preparar o material para uma próxima possível expedição. Olá caros leitores e caríssimas leitoras, preparados para mais uma resenha literária. Venham comigo descobrir minhas impressões à respeito da obra. Em Diário de Busca, acompanhamos três gerações de uma mesma família em busca de seus sonhos. O primeiro deles é Leo...