Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vamos conferir então! Poema: Universo Nos confins do vasto universo. Uma imensidão de mistérios e encantos. Estrelas brilham em um manto. De profundos segredos imerso. Galáxias dançam a sua sinfonia. Planetas orbitam em perfeita harmonia. Buracos negros escondem sua luz. Na imensidão que nos seduz. Nebulosas pintam o céu como telas. Com suas cores vibrantes e belas. Nuvens cósmicas de gás e poeira. Criam espetáculos de raro efeito na atmosfera. Constelações contam histórias milenares. Enquanto cometas cruzam os ares. A lua ilumina a escuridão. Guiando os perdidos em busca de direção. Em cada estrela existe um sonho. Um mundo novo, um universo risonho. Somos poeira cósmica, pequenos seres. Conectados a essa imensidão que é a galáxia. O universo nos convida a explorar. A viajar por entre os astros a galopar. A compreender nossas origens e destino. E a desbravar o desconhecido...