Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Celacanto No breu caminho, pressinto o porvir. Sou celacanto, guardião do abismo. Anjo profano em sono a se expandir. O mundo suspira, falta um sismo. Confio no Pai, na mãe que acalenta. A dor que me atormenta. No Espírito Santo, luz que me alimenta. No filho, na chama, na sombra que seduz. Mas nas trevas, a dúvida fascina. A sangue frio, a bomba se cria. Violência veste a paz em agonia. Do futuro venho, aviso a escutar. O réptil rasteja, pronto a atacar. Das profundezas, sombra a espreitar. Anjo traído, mar a chorar. Vejo o amanhã, muro a vigiar. O tempo escoa, o fim a chegar. Não sou Jesus, esqueçam meu nome. Deixem-me repousar, longe do sacrifício e fome. Não sou o redentor, tirem-me da cruz. Sou celacanto no fundo do mar. Um dia serei luz que no universo reluz. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vamos conferir então! Poema: Universo Nos confins do vasto universo. Uma imensidão de mistérios e encantos. Estrelas brilham em um manto. De profundos segredos imerso. Galáxias dançam a sua sinfonia. Planetas orbitam em perfeita harmonia. Buracos negros escondem sua luz. Na imensidão que nos seduz. Nebulosas pintam o céu como telas. Com suas cores vibrantes e belas. Nuvens cósmicas de gás e poeira. Criam espetáculos de raro efeito na atmosfera. Constelações contam histórias milenares. Enquanto cometas cruzam os ares. A lua ilumina a escuridão. Guiando os perdidos em busca de direção. Em cada estrela existe um sonho. Um mundo novo, um universo risonho. Somos poeira cósmica, pequenos seres. Conectados a essa imensidão que é a galáxia. O universo nos convida a explorar. A viajar por entre os astros a galopar. A compreender nossas origens e destino. E a desbravar o desconhecido...