Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Se Eu Vivesse Cem Anos Se eu vivesse cem anos. Cada dia seria uma página. Um sol poente de memórias. Um mar de risos e lágrimas. Onde os ventos sussurrariam os segredos do tempo. Cem primaveras dançantes. Flores brotando em cada esquina. Cada ruga um conto, cada cicatriz uma canção, e eu, navegante das eras. Buscando o sentido nas tempestades. Se eu vivesse cem anos, as cidades mudariam como as marés, mas eu, firme, veria as sombras e luzes, e no eco das vozes perdidas, ouvindo o amor, ouviria a dor. Cem invernos de solidão. Será que o coração se endurece? Ou se torna mais suave, como a neve que cobre o chão, abrindo espaço para a esperança renascer a cada amanhecer. Se eu vivesse cem anos. Saberia que cada instante é eterno, e no crepúsculo da vida, as estrelas contariam histórias, de risos, d...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Entre Fulgor e Abismo, Sigo Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram. Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente. A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta ...