Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de astrologia por aqui! Vem conferir! O Eu Astrológico. Pessoalmente, nutro uma profunda admiração por astrologia, assim como por astronomia. Tive a oportunidade de estudar astronomia durante minha estada nos Estados Unidos; contudo, não concluí o curso, pois não consegui me adaptar àquele país. Desde então, não retornei a essas terras, nem mesmo para uma breve visita, e não almejo fazê-lo. Sinto que o povo é imensamente soberbo, considerando-se o centro do planeta, o que me desagrada profundamente. Em relação à astrologia, minha fascinação é igualmente intensa. Aprecio o estudo dos signos e suas peculiaridades, que considero verdadeiramente cativantes. Abaixo, apresento o diagrama do meu perfil pessoal, revelando o meu EU sob a perspectiva astrológica. Agora, caros leitores e caríssimas leitoras gostaria de saber: quais são os signos de vocês? Deixem suas respostas nos comentários, pois estou curioso para con...
Livro: Eu Sou a Lenda
Editora: Aleph
Autor: Richard Matheson
Sinopse:
Uma impiedosa praga assola o mundo, transformando cada homem, mulher e criança do planeta em algo digno dos pesadelos mais sombrios. Nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, Robert Neville pode ser o último homem na Terra. Ele passa seus dias em busca de comida e suprimentos, lutando para manter-se vivo (e são). Mas os infectados espreitam pelas sombras, observando até o menor de seus movimentos, à espera de qualquer passo em falso... Eu sou a lenda, é considerado um dos maiores clássicos do horror e da ficção científica, tendo sido adaptado para o cinema três vezes.
Olá caros leitores e caríssimas leitoras, preparados para mais uma resenha literária. Venham comigo descobrir minhas impressões à respeito da obra.
Eu Sou a Lenda é um livro que me surpreende a cada releitura que faço dele. Diferente da última versão do filme homônimo – que eu resenharei, em breve, aqui –, a obra é envolvente, profunda, questionadora e desesperadora. Por quê? Confira abaixo.
Robert Neville está sozinho. O mundo, em caos. Algo aconteceu, Robert não sabe ao certo, mas o mundo enlouqueceu. Mortos andam pelas noites buscando sangue. Neville, provavelmente, é o último humano; o último a resistir aos vampiros, aquele que ainda tenta manter seu corpo vivo e a mente sã. Porém, estar sozinho em meio ao caos é enlouquecedor.
Durante o dia, Robert se prepara da melhor maneira possível para enfrentar o que virá durante a noite. Ele pendura alho na janela, espalha espelhos pelo muro, coleciona estacas, prega madeiras nas janelas e se utiliza de alguns crucifixos. Quando a escuridão chega, ele tenta manter-se salvo; tenta não enlouquecer. Porém, essa rotina começa a tornar-se angustiante. Ele precisa de um motivo para a sua vida, precisa descobrir o que está acontecendo e o que foi que tirou as pessoas amadas da sua vida.
Partindo dessa premissa, Richard Matheson reinventa o terror. Cultuado por gênios do estilo, como o Stephen King, ele tirou o medo da área fantástica e passou para a área científica, para a cidade, para a vida comum. Sim, o livro possui vampiros, mas eles são explicados pela ciência, completamente. As estacas, os crucifixos, os espelhos, a contaminação... para tudo existe uma explicação lógica. Exatamente aí está o diferencial da obra. O livro impressiona.
Além disso, Richard reinventa o terror por outro motivo: o monstro não é o grande vilão, o que evita aquela narração de pura ação e violência besta e sem propósito. Claro, os vampiros estão matando e impedem o protagonista de sair durante a noite; porém, esse não é o causador do medo. A fobia origina-se do estar sozinho diante do desconhecido. O abandono, a solidão e a falta de ter alguém para conversar são os grandes vilões. Matheson explora o psicológico do protagonista, não os vampiros sedentos por sangue. A obra é angustiante porque sentimos medo de ficar só, não porque vemos vampiros por todos os lados. Solidão existe; vampiros ainda não.
Além desse terror mais inteligente e dessa inovação, o autor também se destaca pelo cunho ideológico que a obra carrega. Você pode ler o livro como uma estória sobre vampiros; porém, também pode analisá-la como uma visão do que pode acontecer com a humanidade. E por falar na humanidade, a mesma experiencia algo terrível causada por um vírus letal, pois todos nós já estamos assustados com essa situação ameaçadora. Há um medo latente nas palavras do autor de uma possível guerra nuclear e as suas consequências. Não obstante, o autor também aborda o medo do diferente, o conflito entre as raças. A obra torna-se, através desses aspectos, profundamente questionadora.
Por fim, ainda há um protagonista completamente humano no livro. Robert poderia ser eu ou você. Isso, sem dúvidas, deixa a obra muito mais pungente. Além disso, a aposta no psicológico deixa o protagonista mais profundo. Desbravamos o seu âmago; conhecemos seu passado e seu anseio. As angústias e psicoses são compartilhadas com quem lê de maneira incrível.
Como dito inicialmente, Richard Matheson conseguiu emplacar um livro nos meus favoritos. Logo, eu indico a obra para quem não leu. Se você quer um livro para se distrair, é provável que você goste de Eu Sou a Lenda. Se você quer um enredo profundo, enriquecedor e questionador, certamente você vai gostar do livro. Por suas diversas camadas, Eu Sou a Lenda pode e vai surpreender todos os públicos. Em resumo "Eu Sou a Lenda" é uma leitura recomendadíssima nesses tempos de pandemia. Finalizo por aqui, espero que tenham gostado da resenha e até a próxima!
Editora: Aleph
Autor: Richard Matheson
Sinopse:
Uma impiedosa praga assola o mundo, transformando cada homem, mulher e criança do planeta em algo digno dos pesadelos mais sombrios. Nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, Robert Neville pode ser o último homem na Terra. Ele passa seus dias em busca de comida e suprimentos, lutando para manter-se vivo (e são). Mas os infectados espreitam pelas sombras, observando até o menor de seus movimentos, à espera de qualquer passo em falso... Eu sou a lenda, é considerado um dos maiores clássicos do horror e da ficção científica, tendo sido adaptado para o cinema três vezes.
Olá caros leitores e caríssimas leitoras, preparados para mais uma resenha literária. Venham comigo descobrir minhas impressões à respeito da obra.
Eu Sou a Lenda é um livro que me surpreende a cada releitura que faço dele. Diferente da última versão do filme homônimo – que eu resenharei, em breve, aqui –, a obra é envolvente, profunda, questionadora e desesperadora. Por quê? Confira abaixo.
Robert Neville está sozinho. O mundo, em caos. Algo aconteceu, Robert não sabe ao certo, mas o mundo enlouqueceu. Mortos andam pelas noites buscando sangue. Neville, provavelmente, é o último humano; o último a resistir aos vampiros, aquele que ainda tenta manter seu corpo vivo e a mente sã. Porém, estar sozinho em meio ao caos é enlouquecedor.
Durante o dia, Robert se prepara da melhor maneira possível para enfrentar o que virá durante a noite. Ele pendura alho na janela, espalha espelhos pelo muro, coleciona estacas, prega madeiras nas janelas e se utiliza de alguns crucifixos. Quando a escuridão chega, ele tenta manter-se salvo; tenta não enlouquecer. Porém, essa rotina começa a tornar-se angustiante. Ele precisa de um motivo para a sua vida, precisa descobrir o que está acontecendo e o que foi que tirou as pessoas amadas da sua vida.
Partindo dessa premissa, Richard Matheson reinventa o terror. Cultuado por gênios do estilo, como o Stephen King, ele tirou o medo da área fantástica e passou para a área científica, para a cidade, para a vida comum. Sim, o livro possui vampiros, mas eles são explicados pela ciência, completamente. As estacas, os crucifixos, os espelhos, a contaminação... para tudo existe uma explicação lógica. Exatamente aí está o diferencial da obra. O livro impressiona.
Além disso, Richard reinventa o terror por outro motivo: o monstro não é o grande vilão, o que evita aquela narração de pura ação e violência besta e sem propósito. Claro, os vampiros estão matando e impedem o protagonista de sair durante a noite; porém, esse não é o causador do medo. A fobia origina-se do estar sozinho diante do desconhecido. O abandono, a solidão e a falta de ter alguém para conversar são os grandes vilões. Matheson explora o psicológico do protagonista, não os vampiros sedentos por sangue. A obra é angustiante porque sentimos medo de ficar só, não porque vemos vampiros por todos os lados. Solidão existe; vampiros ainda não.
Além desse terror mais inteligente e dessa inovação, o autor também se destaca pelo cunho ideológico que a obra carrega. Você pode ler o livro como uma estória sobre vampiros; porém, também pode analisá-la como uma visão do que pode acontecer com a humanidade. E por falar na humanidade, a mesma experiencia algo terrível causada por um vírus letal, pois todos nós já estamos assustados com essa situação ameaçadora. Há um medo latente nas palavras do autor de uma possível guerra nuclear e as suas consequências. Não obstante, o autor também aborda o medo do diferente, o conflito entre as raças. A obra torna-se, através desses aspectos, profundamente questionadora.
Por fim, ainda há um protagonista completamente humano no livro. Robert poderia ser eu ou você. Isso, sem dúvidas, deixa a obra muito mais pungente. Além disso, a aposta no psicológico deixa o protagonista mais profundo. Desbravamos o seu âmago; conhecemos seu passado e seu anseio. As angústias e psicoses são compartilhadas com quem lê de maneira incrível.
Como dito inicialmente, Richard Matheson conseguiu emplacar um livro nos meus favoritos. Logo, eu indico a obra para quem não leu. Se você quer um livro para se distrair, é provável que você goste de Eu Sou a Lenda. Se você quer um enredo profundo, enriquecedor e questionador, certamente você vai gostar do livro. Por suas diversas camadas, Eu Sou a Lenda pode e vai surpreender todos os públicos. Em resumo "Eu Sou a Lenda" é uma leitura recomendadíssima nesses tempos de pandemia. Finalizo por aqui, espero que tenham gostado da resenha e até a próxima!
Olá, Luciano.
ResponderExcluirEu já pensei em ler esse livro. Mas já achei o filme bem chato e fui lendo as resenhas e vi que ele não é para mim. Não gosto de livros angustiantes assim, por isso vou deixar passar a dica.
Prefácio
Oi, Sil! O filme é meio paradão mesmo, contudo o livro é muito mais envolvente e dinâmico que o filme. Mas se você não gosta da angústia presente no livro é melhor não lê-lo.
Excluirah eu sempre quis ler esse livro, mas não tive a oportunidade ainda, eu gostei bastante do filme quando assisti. Acho que o livro será uma ótima experiencia pra mim tbm. Ótima resenha!!!
ResponderExcluirBeijos
http://www.leiapop.com/
Oi, Bruna! Eu gostei do filme, mas o livro consegue ser melhor do que o filme. Quando puder leia o livro, você vai se agradar da leitura. Beijos!
ExcluirOi Luciano, tudo bem?
ResponderExcluirAdorei a sua resenha. Eu acho o filme muito bom, mas o livro parece ir além quando fala em crises existenciais e solidão. Além disso, fiquei bastante curiosa pra saber as razões lógicas/científicas por trás dos elementos que envolvem o vampirismo.
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Oi, Pri vou bem! O filme é bom, embora seje paradão. Se puder leia o livro, pois é mais envolvente que o filme, e também muito mais detalhado. Beijos!
ExcluirOi
ResponderExcluirque bom que gostou da leitura, já li muitas resenhas positivas, eu já assisti o filme, mas falaram que o filme é totalmente diferente.
http://momentocrivelli.blogspot.com/
Oi, Denise! O filme é um pouco diferente do livro, embora a trama seja basicamente a mesma mudando personagens e alguns outros aspectos.
ExcluirOlá, Luciano
ResponderExcluirEu adoro a adaptação, mas sabemos que o original e imensamente mais interessante. Fiquei curiosa para saber as explicações lógicas que o autor dá para os apetrechos que o Robert usa para manter os vampiros longe. Não sabia que era um livro com um teor tão reflexivo assim, para mim era algo com mais ação, sabe? E aquele final do filme me dói até hoje, espero que o do livro seja melhor! Rs
Beijos
- Tami
https://www.meuepilogo.com
Oi, Tamires! É verdade a adaptação sempre fica aquém do esperado, infelizmente! Quando puder leia o livro, pois você vai gostar certamente. Beijos!
ExcluirOlá, tudo bem por aí?
ResponderExcluirHá muito tempo eu quis ler esse livro e acredito que ele continua na minha lista de livros que eu ainda quero ler. Sua resenha acabou me despertando novamente o interesse na história. Acho ainda mais válida a leitura no cenário em que a população se encontra atualmente, como você mesmo destacou. Adorei a resenha!
Abraços, cara!
www.acampamentodaleitura.com
Oi, Gleydson vou bem na medida do possível. O livro é muito bom de ser lido, e para a situação experienciada pela humanidade atualmente, a leitura torna-se bastante necessária. Abraço!
ExcluirOi Luciano, não conhecia o livro, somente o filme e fiquei muito interessada em ler viu!!
ResponderExcluirAdorei a resenha!
Beijos
http://dailyofbooks.blogspot.com/
Oi, Camila! O livro é muito bom, pois é mais bem elaborado que o filme. O filme é bom, contudo o livro é melhor ainda. Beijos!
ExcluirAchei que o livro trata-se de outra coisa, já que o filme é totalmente diferente. Me interessei bastante, por conta de sua resenha.
ResponderExcluirBom fim de semana!
Jovem Jornalista
Instagram
Até mais, Emerson Garcia
Oi, Emerson! O livro é muito bom, não deixe de lê-lo. Até mais..
ExcluirOi, Luciano!
ResponderExcluirAcho a premissa do livro boa, mas acho que fazer uma leitura dessas, nesse momento em que estamos vivendo só despertaria mais a minha ansiedade.
Quem sabe no pós-quarentena?
Um beijo,
Fernanda Rodrigues | contato@algumasobservacoes.com
Algumas Observações
Projeto Escrita Criativa
Oi, Fernanda! Entendo. Leia-o após a quarentena, vai gostar do livro. Beijo!
ExcluirSaber que você gosta tanto desse livro me anima muito para ler ele!! Está na minha lista há muito tempo!
ResponderExcluirBeijos
Imersão Literária
Oi, Leyanne! O livro é excelente. Quando puder não deixe de o ler. Beijos!
ExcluirOi, Luciano. Tudo bem?
ResponderExcluirEsse livro é realmente sensacional, né? Acho que o sentimento de solidão que o autor conseguiu expressar durante a leitura foi o que faltou mais no filme já que lá ele ainda tem o cachorro. Quero muito ver sua opinião do filme também.
Beijos, Vanessa
Leia Pop
Oi, Vanessa vou bem na medida do possível. O livro é maravilhoso. Em breve trarei a resenha do filme. Beijos!
Excluir