Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! A Eternidade, ou o Infinito de Cada Instante É curioso pensar na eternidade. Quando falamos de algo eterno, logo nos vem à mente uma ideia de algo que se arrasta sem fim, uma sucessão sem começo ou término, algo como uma linha reta que não conhece a curva do fim. Mas talvez a eternidade não seja bem isso. Talvez seja a ausência do tempo. Não uma sucessão interminável de momentos, mas algo mais próximo da quietude de um instante suspenso, onde não há pressa, nem relógios, nem datas. O erro de associarmos a eternidade à ideia de um TEMPO QUE NUNCA ACABA nos impede de ver sua verdadeira face. A eternidade, quando pensada como um momento sem tempo, perde sua linearidade e se dissolve no presente — um agora que nunca se repete, mas que também nunca desaparece. Perceba que a eternidade não está no que será, ou no que foi. Ela mora, de fato, no agora. No instante fugaz em que nos perdemo...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Galáxia No vasto universo, um brilho particular. As galáxias se exibem no imenso céu. Um espetáculo de astros a bailar. Em harmonia, como um doce véu. Como pinturas cósmicas, se entrelaçam. Milhões de estrelas, um mundo a criar. Em formas únicas, elas se arranjam. E das galáxias, o mistério vem desvendar. São espirais que se desdobram no espaço. Braços estelares se expandindo ao infinito. Um balé de luzes, um deslumbre embaçado. Envolvendo o céu com seu brilho bonito. Em cada galáxia, histórias a contar. Dos segredos do cosmo, das origens do tempo. E os olhos curiosos tentam decifrar. A alma do universo, o seu amor eterno. Nas galáxias, a vida pode florescer. Planetas habitados, mundos a sonhar. E além do horizonte, a esperança renascer. Que em algum lugar, haja vida a habitar. E assim, admiramos as galáxias no além. Numa dança estelar, num espetáculo sem fim. E que em nossos ...