Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Saudade é o que Fica Saudade não avisa quando chega. Ela só entra — como quem já tem a chave de casa — e se instala onde a memória ainda pulsa. Não pede licença. Toma espaço. Às vezes pesa, noutras vezes aquece. É estranho sentir falta de algo que já não se toca. Mais estranho ainda é como isso pode doer tanto e, ao mesmo tempo, manter a gente de pé. Porque a saudade é ausência viva. É a presença que o tempo não leva por completo. Ela mora no cheiro que a gente reconhece no vento. Na música que toca e faz parar. No silêncio que insiste em dizer o nome de quem já partiu. Há saudades que doem como corte recente. Outras que machucam de leve, como uma lembrança esquecida que volta só pra provar que nunca se foi. Há saudades que sorriem. E há aquelas que rasgam por dentro. Mas todas falam da mesma coisa. Amor que não se acabou, mesmo quando tudo já foi. A gente aprende a conviver com e...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! Vazio O vazio não é ausência. É espaço sem aquilo que te define. Você não teme o nada. Teme não saber quem é dentro dele. O vazio não tira. Ele revela. Você não sente falta. Você sente o que não consegue preencher. O vazio não cresce. Ele aparece quando algo deixa de sustentar você. Você não está incompleto. Está desacostumado a não se preencher. O silêncio não incomoda. O que incomoda é o que surge nele. Você não evita o vazio. Você evita o que ele mostra. E o que ele mostra não depende de você. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano