Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! A Cicatriz do Diabo Dizem por aí que o diabo marca seus escolhidos com uma cicatriz. Bobagem, né? Mas vai lá dizer isso pra quem acorda todo dia com uma dor estranha na pele, bem no meio das costas, onde ninguém consegue ver direito — só sentir. Na real, o mundo já nasceu marcado. Nas calçadas imundas, nos bares caindo aos pedaços, nos olhos vazios das pessoas que te encaram no trem lotado. Todo mundo tá carregando alguma merda nas costas. Uns chamam de trauma, outros de dívida, outros de ex-mulher. Mas tem quem diga que é coisa do capeta. O pessoal da Idade Média pirava nessa parada. Imaginavam o diabo andando por aí, deixando uma cicatriz em quem topasse vender a alma por um punhado de prata ou uma noite de prazer com uma mulher gostosa. É engraçado como o ser humano sempre dá um jeito de botar a culpa em alguém quando faz merda. E a humanidade faz muita merda, não? ...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Identidade Você não é quem pensa que é. Você é quem você repete até parecer estável. Sua identidade não é fixa. Ela é mantida. O “eu” que você protege existe porque você não para de sustentá-lo. Você não tem medo de mudar. Tem medo de não saber quem será depois. Ser alguém é confortável. Mesmo que esse alguém te limite. Você não se conhece. Você reconhece padrões e chama isso de “eu”. A sua identidade não é descoberta. É construída e defendida. Você não é profundo. Você é consistente naquilo que não questiona. Ser você mesmo pode ser apenas continuar o que sempre foi. E isso nem sempre é verdade. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano