Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Entre Fulgor e Abismo, Sigo Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram. Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente. A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta ...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Identidade Você não é quem pensa que é. Você é quem você repete até parecer estável. Sua identidade não é fixa. Ela é mantida. O “eu” que você protege existe porque você não para de sustentá-lo. Você não tem medo de mudar. Tem medo de não saber quem será depois. Ser alguém é confortável. Mesmo que esse alguém te limite. Você não se conhece. Você reconhece padrões e chama isso de “eu”. A sua identidade não é descoberta. É construída e defendida. Você não é profundo. Você é consistente naquilo que não questiona. Ser você mesmo pode ser apenas continuar o que sempre foi. E isso nem sempre é verdade. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano