Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje falarei um pouco sobre as religiões do planeta. Quer saber um pouquinho mais, então vem comigo! Qual sua religião? A ideia da religião vem do termo Religare, que significa tornar a ligar, ou seja, ligar novamente. É a promoção da conexão de si mesmo com o universo, a unificação do microcosmo homem, com o macrocosmo universo. Religião, portanto, num sentido mais profundo, está muito distante de qualquer tipo de crença que vise a formatação do ser humano em padrões de funcionamento específicos. Nas culturas primitivas, o conceito religião estava vinculado às forças da natureza. O homem sentindo-se impotente diante destas manifestações, e para sobreviver psiquicamente dentro de um sistema aparentemente caótico, viu-se obrigado a inserir-se nesta dinâmica, buscando adaptar-se em meio às forças cósmicas imponderáveis atuantes no planeta. Como consequência, desenvolveu um olhar mágico envolvendo crenças no sobrenatural dando um ...