Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Apresento-lhes o poema Sol. Vamos conferir então! Poema: Sol Sol radiante, aurora dourada. Iluminas o mundo com tua luz cintilante. Um brilho intenso que enche o meu ser. E desperta em mim alegria de viver. Teus raios calorosos tocam minha pele. E me envolvem com uma sensação de paz. A cada amanhecer, és a luz que me guia E me faz crer que tudo é capaz. Teu brilho incandescente atravessa as nuvens. E ilumina os campos e as cidades. Trazendo vida e calor a cada pessoa. E enchendo de cor todas as verdades. Sol, és símbolo de energia e vitalidade. Fazes crescer as flores e o verde das florestas. Teus raios dourados acariciam a natureza. E alimentam a vida em suas mais belas formas. Ao entardecer, pões-te a descansar no horizonte. Mas deixas tua marca com tons alaranjados. És um espetáculo de cores e beleza. Que ...