Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá caros leitores e caríssimas leitoras! Estou de volta! Como vocês estão? O que mudou na blogosfera enquanto eu estive ausente? Pra iniciar esse meu retorno trago uma postagem interessante sobre a carreira literária de um escritor espetacular, mas esquecido aqui em nosso país. UM ESFORÇO INTENSO, ABNEGAÇÃO E A SUBLIMIDADE DO ESQUECIMEINTO. O homem que, ao longo de sua existência, produziu mil obras literárias e agora se encontra à beira da morte, relegado ao esquecimento pela nação brasileira. O cara que escreveu mil livros, um verdadeiro maldito, agora se esgueira pelas sombras do Brasil, como um fantasma de ressaca. Ninguém lembra mais dele, sua obra empoeirada em prateleiras empoeiradas, enquanto os leitores empacotam suas vidas em feeds de redes sociais. Ele desabou, um titã que não consegue mais levantar a cabeça. As palavras que um dia ecoaram agora são só murmúrios em um canto qualquer, um brinde ao esquecimento. O país que deveria celebrá-lo o ignora, como se sua v...