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Entre Fulgor e Abismo, Sigo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Entre Fulgor e Abismo, Sigo Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram. Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente. A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta ...

Entre Fulgor e Abismo, Sigo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir!



Entre Fulgor e Abismo, Sigo



Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram.

Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente.

A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta e de esperança.

Aprendi a me encontrar nas margens do incerto, onde a crença e a descrença se abraçam. E entendi que não há um caminho certo, mas o nosso caminho. Aquilo que construímos com os passos que ousamos dar, mesmo quando tudo parece escuro.

Entre fulgor e abismo, sigo. Aceito o que sou. Carrego o que fui. E abraço o que posso ser. Porque viver, no fundo, é isso; transformar cada instante vivido em poesia. Mesmo que ninguém leia. Mesmo que só o coração compreenda. 




É isso! Até a próxima!



Autoria: Luciano Otaciano

Comentários

  1. Esse é o caminho da vida...
    Nele temos DIAS e dias ! Uns fulgorosos, outros apagadinhos, uns alegres animados, outros bem diferentes. Perdas e ganhos sempre no caminho,mas importante é que seguimos enquanto der para "caminhar"!
    Vamos que vamos!
    abraços, tudo de bom, lindo fds! chica

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    Respostas
    1. Oi, Chica! Sim é verdade. É bem assim mesmo. Muito obrigado por compartilhar seu comentário por aqui. Que seu fim de semana seja abençoado e carregado de paz. Um fraterno abraço Chica!

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