Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá caros leitores e caríssimas leitoras. Como estão? Hoje venho informar-lhes por meio desta postagem que estou no começo de um novo projeto literário. Estou escrevendo contos que particularmente gosto bastante de escrever. Sendo assim não estranhem se as postagens deste blog se tornarem pouco frequentes por aqui. Continuarei a trazer poemas e resenhas pra cá, uma vez que, escrever contos não exige tanto de mim como um romance longo, no entanto certamente a frequência de postagens diminuirá sem dúvida. Estou avisando para não parecer que desativei o blog. É isso pessoal. Um abraço!