Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poma por aqui, vamos conhecer! Poema: Preso No Teu Abraço Quando te beijei pela primeira vez naquela noite fria de inverno, sabia que você poderia ser minha para sempre Em sua boca tive aquela estranha sensação de liberdade, da qual se sabe mais um prisioneiro A partir desse momento eu sei que por você eu morro e por você eu mato, sentindo que estou morrendo sentindo que estou me matando Você abriu muitos mundos para mim, para me trancar em apenas um para me matar no seu Horas e dias passam e eu só penso em você, em te tentar mais uma vez, em morrer mais uma vez Talvez, naquela noite fria de inverno eu decidi me abraçar para sempre, me abraçar para você até a morte Morto estou, preso no teu abraço É isso pessoal! Espero que tenham gostado! Até a próxima!