Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Desmembrado És vício — prece acesa na penumbra, oração que arde sem pedir perdão; fogo sagrado sob a pele, uma brasa que faz morada no meu coração. És meu temor mais antigo e sua sombra, luz que se insinua por detrás da cruz; o galo fende a noite com seu canto e, no dilúculo, me arrasta para onde vais. És cura — e a febre que me desatina, vento contrário à bússola e ao cais; meu castigo, meu abrigo mais secreto, a dupla face da maçã; doçura e mal. Teu nome corre em minhas veias, rubro, como um incêndio a ensinar-me a respirar; e o ar, que embala o sonho e a vertigem, faz do desejo um jogo sem lugar. Em cacos, entrego-me ao desenho do destino; abraço a dor, celebro o que não sei. Aceito o teu céu e o teu inferno, o amor que queima — e ao queimar, me faz. Desmembrado, sou inteiro em ti; paradoxo onde me desfaço e permaneço, perdição que acolho como casa, abismo em que me encontr...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de reflexão por aqui! Vem conferir! A Sapiência Ilógica Do Desconhecido! Como é viável sustentar simultaneamente a crença na vida após a morte, seja mediante as conceituações de Paraíso e Inferno, seja através da reencarnação e da existência de fantasmas? A compreensão lógica desse fenômeno, longe de ser um desafio, revela-se descomplicada. A sustentação simultânea da crença na vida após a morte, seja por meio das ideias de Paraíso e Inferno, seja através da reencarnação e da presença de fantasmas, é viável por várias razões. Primeiramente, essas crenças podem ser interpretadas como diferentes maneiras de compreender o que acontece após a morte, refletindo contextos culturais e religiosos diversos. Por exemplo, uma pessoa pode acreditar em um julgamento final e em recompensas ou punições (Paraíso e Inferno) em uma tradição religiosa, enquanto também abraça a ideia de reencarnação e aprendizado espiritual...