Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Melodia das Ruínas A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder. Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer. Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal. Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual. Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar. Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar. Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir. Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir. Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar. A melodia persiste, em reflexo profundo, poucas chances restam para ousar. A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim. Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim. Castelos de fumaç...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vamos conhecer o poema Horror. Vamos conhecer então! Poema: Horror No escuro profundo da noite eterna. O horror rasteja com garras afiadas. Os olhos brilham, a alma se contorce. Na dança sinistra dos medos sussurrados. A lua esconde-se atrás de densas nuvens. A luz se esvai, a escuridão prevalece. Os sonhos se tornam pesadelos insanos. O terror se instala e a mente enlouquece. Monstros se erguem das sombras ocultas. Devorando esperanças com dentes aguçados. Gritos desesperados ecoam pelo ar. Enquanto o mal se expande, implacável e macabro. As casas apodrecem com histórias macabras. O medo habita cada canto sombrio. Fantasmas choram em corredores vazios. Onde o horror derrama seu néctar frio. Assombrações sussurram segredos obscuros. Lágrimas de sangue caem em profusão. A morte dança entre os vivos uma lúgubre maldição. Semeando aterrorizante visão. Não há escapatória da teia do h...