Pular para o conteúdo principal

O Saber que Mora na Quietude

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Saber que Mora na Quietude  Fé, essa palavra que tantos pronunciam como quem decora uma senha para o céu, perdeu-se no ruído das certezas inventadas. Digo com o coração calmo; a verdadeira fé não está no acreditar — esse verbo que anda de mãos dadas com o medo —, mas no saber. Não no saber dos livros ou das cátedras, mas naquele que brota do silêncio que habita os corações que já se renderam. Não devemos esperar que tudo dê certo um dia. Isso é fé infantil, esperança com rodinhas. A fé madura sabe, simplesmente sabe, que tudo já está certo — ainda que nossos olhos insistam em enxergar bagunça, caos ou atraso. Esse saber não pede provas, nem precisa de plateia. Ele apenas é. Quieto, presente, firme como raiz de árvore grande e adulta. Veja bem, ou você sente Deus ou acredita em Deus. Os dois ao mesmo tempo, não dá liga. Quem acredita ainda precisa se convencer. Quem o sente ...

Nasci aculá

Nasci aculá
Na terra do lar
Vim pra banda de cá
Querendo um amor encontrar
Quando vieres me buscar
Terei de me entregar
Carinho hei de apagar
Sentimentos por ti terei de lamentar
Campos floridos pra te abraçar
Trazendo no peito solidão machucar
Morro sem solucionar
Memórias de um moribundo sem casar

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog