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O Jogo dos Fortes

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Jogo dos Fortes     Brasil. Terra quente, gente quente, e uma estranha mania de confundir canalhice com esperteza.  Aqui, homem que conhece a lei é frouxo. Fraco. Um bundão de terno e pasta de couro.  Mas quem grita isso normalmente é o mesmo que vai chorar no colo do contador quando a Receita bate na porta ou quando o nome aparece na lista negra do banco.  A verdade nua, imunda e fedida é que seguir a lei nesse país não é moralismo.  É tática.  É sobrevivência.  É o jogo jogado por quem sabe que, a longo prazo, trapaceiro morre pobre e envergonhado — se não for antes pra cadeia com o rabo entre as pernas.  Vejo muito empresário com aquele brilho de malandro nos olhos — o tipo que acha que driblar a legislação é golpe de mestre.  Mas o que eles colhem depois é o triplo da pancada: multa, tempo perdido e um nome que fede mais...

Nasci aculá

Nasci aculá
Na terra do lar
Vim pra banda de cá
Querendo um amor encontrar
Quando vieres me buscar
Terei de me entregar
Carinho hei de apagar
Sentimentos por ti terei de lamentar
Campos floridos pra te abraçar
Trazendo no peito solidão machucar
Morro sem solucionar
Memórias de um moribundo sem casar

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