Pular para o conteúdo principal

Poema: À Carne que se Perdeu

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema:  À Carne que se Perdeu  Fecho os olhos e sinto teu corpo diante de mim. Cada gesto. Cada curva.  Cada respiração tua incendiando o meu sangue. Despertando a fome que não se sacia. Não é apenas desejo — é necessidade existencial. Minha carne clama pela tua. Minh 'alma reconhece a tua como extensão da própria essência. Se pudesse, devoraria cada instante. Cada suspiro teu, como se cada toque fosse um pedaço do céu perdido. Mesmo separados pela matéria. Sinto teu calor percorrendo meus nervos. Arrepio que tua presença invisível causa em mim. E sei, no silêncio do universo, que essa impetuosidade será satisfeita — em carne ou em espírito. Nosso encontro é inevitável. Que o tempo da Terra não nos frustre. Que a distância física apenas intensifique o desejo. Que cada pensamento. Cada memória. Cada desejo nos aproxime do instante em que, enfim, nossas almas e corpos se...

Poema: À Carne que se Perdeu

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!



Poema:  À Carne que se Perdeu 



Fecho os olhos e sinto teu corpo diante de mim.

Cada gesto.

Cada curva. 

Cada respiração tua incendiando o meu sangue.

Despertando a fome que não se sacia.

Não é apenas desejo — é necessidade existencial.

Minha carne clama pela tua.

Minh 'alma reconhece a tua como extensão da própria essência.

Se pudesse, devoraria cada instante.

Cada suspiro teu, como se cada toque fosse um pedaço do céu perdido.

Mesmo separados pela matéria.

Sinto teu calor percorrendo meus nervos.

Arrepio que tua presença invisível causa em mim.

E sei, no silêncio do universo, que essa impetuosidade será satisfeita — em carne ou em espírito.

Nosso encontro é inevitável.

Que o tempo da Terra não nos frustre.

Que a distância física apenas intensifique o desejo.

Que cada pensamento.

Cada memória.

Cada desejo nos aproxime do instante em que, enfim, nossas almas e corpos se reconhecerem.

Completos, plenos, consumidos pelo êxtase da imortalidade.



É isso! Até a próxima!



Autoria: Luciano Otaciano

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog