Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: O Homem que Morava entre as Sete Luas e a Terra 1 Havia um homem que morava entre a Lua e a Terra. Não morava literalmente em nenhum lugar impossível. Tinha uma casa. Caminhava pelas ruas. Comia. Dormia. Trabalhava. Sentia calor. Sentia frio. Fazia sexo com mulheres apetitosas. E tinha os dois pés firmemente presos ao chão. Mas dentro dele existia uma distância. De um lado estava a Terra. Do outro, a Lua e suas sete variações. A Terra dizia: — Veja o que está acontecendo. A Lua dizia: — Veja o que poderia acontecer. A Terra dizia: — Esta mulher apenas olhou para você. A Lua dizia: — Talvez ela tenha visto algo em você. A Terra dizia: — Você ainda não sabe. A Lua dizia: — Mas posso imaginar. Durante muitos anos, o homem acreditou que precisava escolher. Tentou permanecer apenas na Terra. Tentou ser prático. Tentou olhar apenas para aquilo que podia tocar. Mas, quando fazi...
Solidão invade o pensamento da gente
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Oi Luciano, tudo bem?
ResponderExcluirMesmo não sendo uma super leitora de poesia, gostei muito dessa.
Parabéns pela escolha do tema e desenvolvimento do poema.
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Obrigado Pri! Essa poesia é de minha autoria. Fico feliz que tenha gostado. Beijos!
ExcluirOi Luciano, parabéns pela linda poesia! Adorei!!
ResponderExcluirGostei da parte:
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Beijinho Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila! Obrigado pelos elogios. Que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirProfundo!
ResponderExcluirBoa semana.
O blog JOVEM JORNALISTA está em HIATUS DE INVERNO, de 20 de julho à 29 de agosto. Mas tem post novo. Nesse período comentaremos nos blogs amigos.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson. Boa semana!
ExcluirAdoro esse tema.
ResponderExcluirPoesia incrível.
Parabéns.