Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Ester, suas duas Filhas e Anastácio I Esqueceste, não foi? Esqueceste que sou tua mulher. Pois então, assenta esse corpo fatigado e encara, com os olhos bem abertos, a sentença que te cabe. Sou aquela com quem tu selaste pacto diante do altar de uma igrejinha simplória— onde o amor, idiota e esperançoso, ainda ousava se vestir de domingo. Eu, a que suportou tua ausência mesmo quando estavas presente; teus silêncios que transbordavam desculpas mal paridas; tua falta de norte disfarçada em pose de artista incompreendido. E agora, agora ousas tratar-me como sombra incômoda presa na sola de teus sapatos gastos — sombra que arrastas pelas calçadas da tua fuga. Sim, tua fuga. Covarde, silenciosa, disfarçada de liberdade. Tu, rodeado por essa fauna esnobe de cabeças ocas que sorvem café frio enquanto discutem Nietzsche como se mastigassem o próprio céu. Tu, sempre tu; ten...
Solidão invade o pensamento da gente
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Oi Luciano, tudo bem?
ResponderExcluirMesmo não sendo uma super leitora de poesia, gostei muito dessa.
Parabéns pela escolha do tema e desenvolvimento do poema.
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Obrigado Pri! Essa poesia é de minha autoria. Fico feliz que tenha gostado. Beijos!
ExcluirOi Luciano, parabéns pela linda poesia! Adorei!!
ResponderExcluirGostei da parte:
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Beijinho Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila! Obrigado pelos elogios. Que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirProfundo!
ResponderExcluirBoa semana.
O blog JOVEM JORNALISTA está em HIATUS DE INVERNO, de 20 de julho à 29 de agosto. Mas tem post novo. Nesse período comentaremos nos blogs amigos.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson. Boa semana!
ExcluirAdoro esse tema.
ResponderExcluirPoesia incrível.
Parabéns.