Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Mar de Louise I Ela entrou no apartamento como quem não invade, mas também não pede licença. Havia nela uma presença calma, quase distraída, como se o espaço já a conhecesse antes de mim. O vestido claro não chamava atenção — era o movimento que chamava. Um modo de atravessar o ambiente sem se fixar nele. Seus olhos não procuravam nada, e talvez por isso encontrassem tudo. Cumprimentou-me com um gesto simples. Nada foi dito além do necessário. Ainda assim, algo se deslocou em mim, não como impacto, mas como ajuste. Um objeto antiquado encontrando, enfim, o lugar correto sobre a mesa. O perfume era leve. Não ficou. Passou. E foi exatamente isso que permaneceu. Louise caminhava pelo apartamento observando sem julgar. Tocava os móveis como quem reconhece uma história que não precisa ser contada. Em certos momentos, parecia ouvir algo que eu não ouvia. Em outros, parecia apenas de...
Solidão invade o pensamento da gente
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Atravessa a dimensão etérea da nossa mente
Vive a nos cegar nossa vertente
A quem diz só não é mártir porque sente
Demônios e anjos brincam de enlouquecer a gente
Mas somente eu sei o que eles não sentem
Vivo a embriagar-me com sua sensatez crescente
Que sozinho eu sinto no quarto escuro chamado envolvente
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Melancolia me faz refém de mim mesmo quando não as faço companhia
Tristeza é tempestade de uma noite mal dormida
Alegria é a porta de um sorriso guardado em meu olhar
Brisa suave como asas abertas
Ventania me faz flutuar de olhos fechados
Sempre e pra sempre
Oi Luciano, tudo bem?
ResponderExcluirMesmo não sendo uma super leitora de poesia, gostei muito dessa.
Parabéns pela escolha do tema e desenvolvimento do poema.
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Obrigado Pri! Essa poesia é de minha autoria. Fico feliz que tenha gostado. Beijos!
ExcluirOi Luciano, parabéns pela linda poesia! Adorei!!
ResponderExcluirGostei da parte:
Vida é passagem
Morte é miragem
Solidão sacanagem
Beijinho Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila! Obrigado pelos elogios. Que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirProfundo!
ResponderExcluirBoa semana.
O blog JOVEM JORNALISTA está em HIATUS DE INVERNO, de 20 de julho à 29 de agosto. Mas tem post novo. Nesse período comentaremos nos blogs amigos.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson. Boa semana!
ExcluirAdoro esse tema.
ResponderExcluirPoesia incrível.
Parabéns.