Pular para o conteúdo principal

Poema: Fadas

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Fadas Em um reino de encantos e magia. Onde os sonhos se tornam realidade. Brilham as fadas com doce alegria. Espalhando amor em cada verdade. Com asas brilhantes de pura luz. Voam suavemente pelo ar. Deixando um rastro de sonhos azuis. Em seu caminhar pelo luar. Seus vestidos brancos como as pétalas. Das flores mais bonitas que se pode encontrar. Elas dançam e riem, são tão belas. Envoltas em uma doce aura a brilhar. Com seus olhos cintilantes como estrelas. Iluminam o mundo com sua energia. São guardiãs das florestas tão vastas. E trazem harmonia praquele lugar. Conhecem os segredos da natureza. E sussurram aos ventos os desejos. Curam com amor e delicadeza. E levam esperança aos corações que são frios. Fadas, seres encantados e sensoriais. Que nos ensinam a acreditar no impossível. Com seu jeito simples e etéreo. Ensinam-nos a viver de forma incrível. Que possamos sempre le...

Poema: Cheiro de Terra Molhada Misturada ao Desejo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!



Poema: Cheiro de Terra Molhada Misturada ao Desejo



A chuva cai, não apenas sobre a terra.

Mas sobre a pele que arde de vontade.

Cada gota é um sussurro, um arrepio.

Um convite silencioso para o corpo e a alma se entregarem.

Ela desliza pelos contornos, pelos sentidos.

Como mãos invisíveis que despertam o desejo.

Molhando pensamentos, incendiando corações.

Transformando o toque da água em fogo que percorre veias.

O cheiro da terra molhada se mistura à volúpia.

Cada aroma desperta memórias esquecidas.

Onde carne e espírito se encontram.

E a paixão não conhece limites, nem tempo.

As folhas tremem lá fora, mas é o corpo que vibra aqui dentro.

Os rios correm, mas é o sangue que acelera.

E a chuva, testemunha silenciosa, abençoa.

A entrega total, visceral, sem reservas.

O som da chuva no telhado é agora batida de coração.

Ritmo que guia a dança do desejo.

Cada respiração, cada toque, cada arrepio.

Se entrelaça com o murmúrio sagrado do céu.

Chuva, tu és semente, energia, vida e testemunha.

Molha a alma, devora a razão, desperta o corpo.

Ensina que amar é também consumir e ser consumido.

Que a fusão é inevitável quando dois mundos se reconhecem um no outro. 




É isso! Até a próxima!



Autoria: Luciano Otaciano

Comentários

  1. Querido Luciano,

    Confesso que, ao ler tuas palavras, senti-me inclinada a olhar pela janela, não para confirmar a chuva, mas para verificar se o mundo permanecia em seu devido lugar depois de tamanha intensidade. Há almas que descrevem a natureza; outras, como a tua, parecem negociá-la, convencendo-a a conspirar a favor dos sentimentos mais profundos.

    Tua escrita não pede licença: ela entra, ocupa, envolve. E ainda que alguns defendam a prudência como virtude maior, não posso deixar de reconhecer que existe certo encanto perigosamente sedutor, é verdade em quem se permite sentir sem economias. A chuva, em teu texto, não molha apenas o chão: ela justifica, absolve e quase educa o desejo.

    Se me permites uma observação honesta
    (e espero que sim, pois a franqueza é uma das poucas ousadias socialmente aceitáveis), diria que teu maior mérito não está na chama que acendes, mas na convicção com que acreditas que ela merece existir. Isso, convenhamos, é coisa rara e, para alguns, irresistível.

    Com estima e curiosidade,
    Uma leitora atenta😜
    Fernanda

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Fernanda! Muito obrigado por sentir profundamente minha escrita, infelizmente grande parte dos leitores não se permitem irem fundo, mas faz parte. E uma honra imensa ter uma leitora atenta como você é. Grande abraço amiga.

      Excluir
  2. Bela poesia. Gostei bastante.

    Boa semana!

    O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!

    Jovem Jornalista
    Instagram

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom que você tenha gostado do poema. Boa semana. Abraço!

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog