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Poema: Osmetério

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes.   Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano

Incauto Labirinto

Coração partido
Orgulho ferido
Amor vencido
Delírio fingido
Palavras no teu ouvido
Esperando teu sorriso
Nauseabundo mendigo
Teu olhar esquecido
Por mim caido
Fiz do teu peito abrigo
Brilho enfraquecido
Tesouro perdido
Avareza mais querido
Mandíbula paralelepipedo
Incauto labirinto

Comentários

  1. Bela poesia! Adorei!
    Abraço
    http://estante-da-ale.blogspot.com

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  2. Olá, Luciano.
    Você escreve muito bem. Adorei. E é bom que é bem curtinho que dá para ler várias vezes e ficar meditando hehe.

    Prefácio

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  3. Respostas
    1. Oi, Fernanda. Fico muito feliz em te ver aqui no blog, apareça mais vezes. É sempre bom ter você com seus comentários inteligentíssimos. Beijos!

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