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O Jogo dos Fortes

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Jogo dos Fortes     Brasil. Terra quente, gente quente, e uma estranha mania de confundir canalhice com esperteza.  Aqui, homem que conhece a lei é frouxo. Fraco. Um bundão de terno e pasta de couro.  Mas quem grita isso normalmente é o mesmo que vai chorar no colo do contador quando a Receita bate na porta ou quando o nome aparece na lista negra do banco.  A verdade nua, imunda e fedida é que seguir a lei nesse país não é moralismo.  É tática.  É sobrevivência.  É o jogo jogado por quem sabe que, a longo prazo, trapaceiro morre pobre e envergonhado — se não for antes pra cadeia com o rabo entre as pernas.  Vejo muito empresário com aquele brilho de malandro nos olhos — o tipo que acha que driblar a legislação é golpe de mestre.  Mas o que eles colhem depois é o triplo da pancada: multa, tempo perdido e um nome que fede mais...

Incauto Labirinto

Coração partido
Orgulho ferido
Amor vencido
Delírio fingido
Palavras no teu ouvido
Esperando teu sorriso
Nauseabundo mendigo
Teu olhar esquecido
Por mim caido
Fiz do teu peito abrigo
Brilho enfraquecido
Tesouro perdido
Avareza mais querido
Mandíbula paralelepipedo
Incauto labirinto

Comentários

  1. Bela poesia! Adorei!
    Abraço
    http://estante-da-ale.blogspot.com

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  2. Olá, Luciano.
    Você escreve muito bem. Adorei. E é bom que é bem curtinho que dá para ler várias vezes e ficar meditando hehe.

    Prefácio

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  3. Respostas
    1. Oi, Fernanda. Fico muito feliz em te ver aqui no blog, apareça mais vezes. É sempre bom ter você com seus comentários inteligentíssimos. Beijos!

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