Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes. Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano
Lindo Luciano, só não curti a parte da Tarântula gigante rs
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Obrigado Camila! Eu gosto de estudar espécies de um modo geral já que sou bioquímico, sabe que, certa vez eu vi uma ao vivo na natureza e foi fantástico para mim. É um aracnídeo gigantesco para os moldes de uma aranha, é claro. Beijos!
ExcluirMuito bom, amigo. Gosto muito das coisas que escreve.
ResponderExcluirOi, Érica! Que bom que você gostou, feliz com seu comentário. Abraços!
ExcluirEspero que chegue o dia de felicidades maiores.
ResponderExcluirBoa semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson! Boa semana pra ti tbm!
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