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Poema: Osmetério

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes.   Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano

Fui feliz por um instante

Alucinação pulsante
Corpo delirante
Semblante marcante
Minh'alma navegante
Mar deslumbrante
Joia brilhante
Póstumo negrejante
Caminhei nos pés em diante
campo verdejante
Sol radiante
Tarântula gigante
Simetria sufocante
Mulher amante
Fui feliz por um instante

Comentários

  1. Lindo Luciano, só não curti a parte da Tarântula gigante rs

    Beijos Mila

    Daily of Books Mila

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    Respostas
    1. Obrigado Camila! Eu gosto de estudar espécies de um modo geral já que sou bioquímico, sabe que, certa vez eu vi uma ao vivo na natureza e foi fantástico para mim. É um aracnídeo gigantesco para os moldes de uma aranha, é claro. Beijos!

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  2. Muito bom, amigo. Gosto muito das coisas que escreve.

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    Respostas
    1. Oi, Érica! Que bom que você gostou, feliz com seu comentário. Abraços!

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  3. Espero que chegue o dia de felicidades maiores.
    Boa semana!

    O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com posts interessantes.

    Até mais, Emerson Garcia

    Jovem Jornalista
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