Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Nauseabundo Mendigo Coração partido, pedaços espalhados como fragmentos de um espelho quebrado, refletindo um orgulho ferido, eco surdo de um amor vencido, preso nas malhas do tempo que não perdoa. Delírio fingido, palavras sussurradas no teu ouvido, como fantasmas que insistem em dançar no silêncio entre nós. Espero teu sorriso, como quem espera o sol nascer após uma noite sem estrelas, mas o que me chega é o vazio, o frio de um olhar esquecido, que antes era abrigo e agora é abandono. Nauseabundo mendigo, vago por ruas escuras da alma, perdido entre sombras, sem lugar para repousar o peito cansado. Por mim caído, entrego os restos do que fui, fiz do teu peito abrigo — um castelo frágil erguido sobre a areia movediça da dúvida. Brilho enfraquecido, tesouro perdido em cofres invisíveis, cobrado pela avareza do silêncio, o mais querido e cruel dos ladrões. Mandíbula de paralele...
Lindo Luciano, só não curti a parte da Tarântula gigante rs
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Obrigado Camila! Eu gosto de estudar espécies de um modo geral já que sou bioquímico, sabe que, certa vez eu vi uma ao vivo na natureza e foi fantástico para mim. É um aracnídeo gigantesco para os moldes de uma aranha, é claro. Beijos!
ExcluirMuito bom, amigo. Gosto muito das coisas que escreve.
ResponderExcluirOi, Érica! Que bom que você gostou, feliz com seu comentário. Abraços!
ExcluirEspero que chegue o dia de felicidades maiores.
ResponderExcluirBoa semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson! Boa semana pra ti tbm!
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