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A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo Ser espontâneo lembra abrir uma porta secreta em um universo que já conhecemos, revelação que deixa tudo mais leve e divertido nos encontros humanos. A espontaneidade, sem dúvida, age como afrodisíaco poderoso, capaz de acender a própria vida. Porém, em que ponto termina a espontaneidade e começa o impulso. A pergunta importa, pois nas duas posturas surge a fala crua do pensamento e da emoção. O que separa espontaneidade e impulsividade é o quanto a pessoa se conhece. Quanto mais alguém está em paz consigo, mais percebe e respeita seus limites. Dentro desse quadro, a autoestima vira peça chave. Ser impulsivo, tal como ser espontâneo, também expõe quem somos. Mas o impulsivo costuma parecer um viajante sem mapa, inseguro, incapaz de enxergar o próprio lugar nas vivências que recolhe. Fixado no que está fora, ele crê que o mundo manda...

A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir!



A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo



Ser espontâneo lembra abrir uma porta secreta em um universo que já conhecemos, revelação que deixa tudo mais leve e divertido nos encontros humanos. A espontaneidade, sem dúvida, age como afrodisíaco poderoso, capaz de acender a própria vida. Porém, em que ponto termina a espontaneidade e começa o impulso. A pergunta importa, pois nas duas posturas surge a fala crua do pensamento e da emoção.

O que separa espontaneidade e impulsividade é o quanto a pessoa se conhece. Quanto mais alguém está em paz consigo, mais percebe e respeita seus limites. Dentro desse quadro, a autoestima vira peça chave.

Ser impulsivo, tal como ser espontâneo, também expõe quem somos. Mas o impulsivo costuma parecer um viajante sem mapa, inseguro, incapaz de enxergar o próprio lugar nas vivências que recolhe. Fixado no que está fora, ele crê que o mundo manda nele, e vai de um polo a outro, ora submisso, ora agressivo, ora pedindo, ora obedecendo. Forma-se um ciclo que pede atenção, onde o desejo de outro vira armadilha. Depois resta a lista de arrependimentos.

A espontaneidade, em contraste, corre como dança suave. É entrega ao instante e, ao mesmo tempo, leitura sábia dos próprios contornos. Não é controle nem censura, é clareza íntima. Surge como escolha lúcida, união afinada de pensar, sentir e agir. Quem vive assim observa, pergunta, separa sonho de fato e percebe as correntes que poderiam prendê-lo.

A boa notícia é que espontaneidade não nasce pronta, ela pode ser treinada. No começo parece desafio, incerteza que trava o passo. Ainda assim, com treino e calma, você verá que não precisa medir cada palavra ou gesto. Mais que isso, vai perceber que errar faz parte do trajeto. A vida não gira em torno de perfeição, e sim de ser real com todas as marcas. Quando aceita isso, você se autoriza a viver e a amar por inteiro, abraçando a espontaneidade em cada movimento.



É isso! Até a próxima!



Autoria: Luciano Otaciano

Comentários

  1. Muito boa tuaa reflexão! E é sempre bom ter controle sobre nosso modo de ser...Prefiro a espontaneidade, mas por vezes, o impulso grita mais alto,rs... abraços praianos, tudo de bom,chica

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    Respostas
    1. Obrigado por compartilhar seu comentário Chica. Concordo com você que geralmente o impulso grita mais alto. Um fraterno abraço!

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  2. Quando aceitas a ti mesmo e sabes amar primeiro a ti, também sabes amar os outros.
    Abraço, Andreja!

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