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Poema: Fadas

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Fadas Em um reino de encantos e magia. Onde os sonhos se tornam realidade. Brilham as fadas com doce alegria. Espalhando amor em cada verdade. Com asas brilhantes de pura luz. Voam suavemente pelo ar. Deixando um rastro de sonhos azuis. Em seu caminhar pelo luar. Seus vestidos brancos como as pétalas. Das flores mais bonitas que se pode encontrar. Elas dançam e riem, são tão belas. Envoltas em uma doce aura a brilhar. Com seus olhos cintilantes como estrelas. Iluminam o mundo com sua energia. São guardiãs das florestas tão vastas. E trazem harmonia praquele lugar. Conhecem os segredos da natureza. E sussurram aos ventos os desejos. Curam com amor e delicadeza. E levam esperança aos corações que são frios. Fadas, seres encantados e sensoriais. Que nos ensinam a acreditar no impossível. Com seu jeito simples e etéreo. Ensinam-nos a viver de forma incrível. Que possamos sempre le...

Poema: Melodia das Ruínas

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!




Poema: Melodia das Ruínas




A melodia ecoa, vem contar o que o tempo, cruel, ia perder.

Mistérios de além-mar a guiar, cidades que nasceram e fenecer.

Castelos no ar, de pedra e caos, não carne como o homem, nobre animal.

Muros sem fé, surdos ao vendaval, enquanto o vento assobia seu ritual.

Por ruínas destroçadas, o som vai dançar, dando lugar ao sonho de eternizar.

Velha canção repete sem cessar, para paredes que não vão escutar.

Carne humana, frágil e mortal, contra a pedra que resiste, mas vai ruir.

Babilônia afoga na maré fatal, e a voz insiste hora de abrir, de ouvir.

Uma janela surge no muro surdo, para o acordar que o tempo vai me chamar.

A melodia persiste, em reflexo profundo,

poucas chances restam para ousar.

A melodia ecoa, fraca e a chorar, contando o que o tempo devora sem fim.

Mistérios de além-mar, perdidos no ar, cidades que nasceram e sumiram no sim.

Castelos de fumaça, de pedra e silêncio frio, não carne como o homem, nobre e ferido.

Muros sem alma, sem fé, sem vazio, enquanto o vento uiva, esquecido e perdido.

Ruínas se curvam, o sonho apodrece,

eternidade falsa que o pó vai levar.

Canção velha geme, repete e enrubesce, para paredes surdas que nunca vão amar.

Carne humana, sangrenta e fugaz, contra a pedra imóvel que racha no breu.

Babilônia tomba no vendaval voraz, afogada na maré, sem adeus, sem adeus.

Uma janela? Talvez, no muro cego e mudo, mas o acordar vem tarde, em sombra sem cor.

A voz se desfaz no silêncio agudo, poucas chances e o nada a devorar.




É isso! Até a próxima!




Autoria: Luciano Otaciano 







Comentários

  1. Luciano como sempre uma linda poesia que fala ao nosso coração, Luciano desejo uma feliz quinta-feira bjs.

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    Respostas
    1. Oi, Lucimar! Valeu! Tenha uma ótima quinta-feira. Abraço!

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  2. Lu,
    Muitas vezes essa janela
    é a poesia que vive dentro da gente.
    O muro da vida pode até estar em
    ruinas, mas nós seguimos como
    seguem nossas palavras.
    Lindos versos.
    É sempre um ar novo vir ler aqui com
    você.
    Bjins
    CatiahôAlc.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Catiaho! É bem por aí amiga. De pleno acordo com sua visão. Um abraço!

      Excluir
  3. Parabéns pela poesia. De uma profundidade incrível.

    Boa semana!

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    Até mais, Emerson Garcia

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