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O Eu Astrológico!

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de astrologia por aqui! Vem conferir! O Eu Astrológico. Pessoalmente, nutro uma profunda admiração por astrologia, assim como por astronomia. Tive a oportunidade de estudar astronomia durante minha estada nos Estados Unidos; contudo, não concluí o curso, pois não consegui me adaptar àquele país. Desde então, não retornei a essas terras, nem mesmo para uma breve visita, e não almejo fazê-lo. Sinto que o povo é imensamente soberbo, considerando-se o centro do planeta, o que me desagrada profundamente.  Em relação à astrologia, minha fascinação é igualmente intensa. Aprecio o estudo dos signos e suas peculiaridades, que considero verdadeiramente cativantes. Abaixo, apresento o diagrama do meu perfil pessoal, revelando o meu EU sob a perspectiva astrológica. Agora, caros leitores e caríssimas leitoras gostaria de saber: quais são os signos de vocês? Deixem suas respostas nos comentários, pois estou curioso para con...

Resenha: O Mistério De Marie Rogêt

LIVRO: O MISTÉRIO DE MARIE ROGÊT 

ANO DE LANÇAMENTO: 2014

AUTOR:  EDGAR ALLAN POE 

EDITORA: BLUE BOOKS

NÚMERO DE PÁGINAS: 55

CLASSIFICAÇÃO: ☆☆☆



Sinopse: O Mistério de Marie Rogêt do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, é um conto baseado num fato verídico que ocorreu em 1841 nos arredores de Nova York. Poe ambientou a história em Paris e novamente mostra o detetive Chevalier C. Auguste Dupin, com seu peculiar método dedutivo para desvendar crimes.

Edgar Allan Poe foi precursor do gênero policial moderno, inspirando o Sherlock Holmes de Sir Arthur Conan Doyle e Hercule Poirot de Agatha Christie.



Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de resenha por aqui. Vamos conhecer a obra!



Como prometido, hoje é dia de resenhar O MISTÉRIO DE MARIE ROGÊT, de Edgar Allan Poe. O conto, publicado originalmente em 1842, marca a segunda aparição de C. Auguste Dupin e é considerada a primeira narrativa policial inspirada num crime real. A trama se passa dois anos após Assassinatos na Rua Morgue. A solução do caso das mortes de Madame L’Espanaye e de sua filha fez com que o nome de Dupin se tornasse conhecido em Paris; por isso, ele é procurado pelo delegado G. para colaborar nas investigações do misterioso assassinato da jovem vendedora de perfumes Marie Rogêt. Auguste Dupin faz um acordo com a polícia pela primeira vez e analisa o caso utilizando apenas as notícias e depoimentos que saíram nos jornais.

Apesar das conclusões do francês serem geniais (e o fato dele ter chegado a elas sem sair de casa ser impressionante), o conto é um pouco cansativo, já que a maior parte dele é constituída pela exposição das contradições que Dupin encontra nos jornais. Ainda assim, O MISTÉRIO DE MARIE ROGÊT  tem um grande atrativo: Edgar Allan Poe escreveu o conto a partir de suas próprias investigações a respeito do assassinato de Mary Cecilia Rogers, um crime real que aconteceu em 1841 em Nova Iorque.

Assim como seu protagonista, Poe baseou-se nas notícias dos jornais e utilizou em sua narrativa todos os elementos conhecidos desse crime, mudando apenas os nomes próprios e transferindo o cenário para Paris. O assassinato de Rogers nunca foi solucionado, mas, de acordo com as notas presentes no conto, as hipóteses levantadas pelo escritor eram absolutamente pertinentes. Outra curiosidade é que a morte (real) de Mary Cecilia Rogers é citada no texto, sendo descrita como idêntica a morte (fictícia) de Marie Rogêt. Não é como se ela tivesse sido uma inspiração, mas como se fosse uma coincidência. Desde a epígrafe (do poeta Novalis), o narrador anônimo (o mesmo de Assassinatos na rua Morgue) defende que coincidências inexplicáveis acontecem a todo momento no mundo, e que pequenos acontecimentos podem fazer com que elas se diferenciem sutilmente e acabem não sendo percebidas. Em resumo, O MISTÉRIO DE MARIE ROGÊT  é o conto do qual menos gosto da “Trilogia Dupin”, mas a leitura de qualquer trabalho de Poe é sempre recomendável. Na próxima resenha  é a vez de A carta roubada, última história protagonizada pelo “primeiro detetive da literatura”. É isso pessoal. Espero que tenham curtido a resenha. Até a próxima!



Comentários

  1. Acredito que seja um livro com uma narrativa fascinante de ler
    .
    Saudações poéticas e amigas.
    .

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  2. Eu sou muito fã de suspense e investigações. Mas sabe que nunca li os romances de Dupin? Eu gostei bastante da premissa, mesmo sabendo que pode se tornar monótona em algum momento.
    Bjks!

    Mundinho da Hanna
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  3. Estou acompanhando as resenhas e notei que no livro anterior você demonstrou mais empolgação. Achei a sinopse atraente e acho que seria um livro que eu leria. Aguado o próximo.

    Abraço!
    www.blogdalanne.pt

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    1. Exato. O livro anterior agradou-me mais que este aqui. Leia sim, talvez você goste mais deste. Abraço!

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  4. Oi!
    Do Allan Poe só li o conto O Gato Preto em uma coletânea e lembro de não ter gostado muito. Que pena que foi uma leitura cansativa, pois a premissa é interessante.

    https://deiumjeito.blogspot.com/

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    1. Oi, Giovana! Pois é! Este aqui não agradou-me muito. Abraço!

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  5. Oi Luciano, tudo bem? Gostei muito da sua resenha e apesar do fato de você ter achando um pouco cansativo, eu também não gosto quando a leitura parece não fluir, fiquei curiosa pra conhecer o desfecho da história.

    Até breve;
    Helaina (Escritora || Blogueira)
    https://hipercriativa.blogspot.com (Livros, filmes e séries)
    https://universo-invisivel.blogspot.com (Contos, crônicas e afins)

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    Respostas
    1. Oi, Helaina! Estou bem, obrigado. Leia sim, talvez a obra lhe agrade mais que eu. Este aqui é o conto mais fraco dos três pra mim. Abraço!

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