Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Celacanto No breu caminho, pressinto o porvir. Sou celacanto, guardião do abismo. Anjo profano em sono a se expandir. O mundo suspira, falta um sismo. Confio no Pai, na mãe que acalenta. No Espírito Santo, luz que me alimenta. No filho, na chama, na sombra que seduz. Mas nas trevas, a dúvida fascina. A sangue frio, a bomba se cria. Violência veste a paz em agonia. Do futuro venho, aviso a escutar. O réptil rasteja, pronto a atacar. Das profundezas, sombra a espreitar. Anjo traído, mar a chorar. Vejo o amanhã, muro a vigiar. O tempo escoa, o fim a chegar. Não sou Jesus, esqueçam meu nome. Deixem-me repousar, longe do sacrifício e fome. Não sou o redentor, tirem-me da cruz. Sou celacanto no fundo do mar. Um dia serei luz que no universo reluz. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano
Estrelas a brilhar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Oi Luciano, lindo verso, poema, muito bem escrito, parabéns!!
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila. Obrigado, fico feliz que tenha gostado, beijos!
ExcluirOlá, belas palavras, você escreve muito bem.
ResponderExcluirwww.vivendosentimentos.com.br
Olá, Monique! Obrigado, que bom que gostou do poema.
ExcluirOi, Luciano!
ResponderExcluirAcho lindo quem consegue escrever assim <3 Parabéns, ficou ótimo!
Beijinhos,
Galáxia dos Desejos
Oi, Mari! Obrigado, que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirOlá, Luciano.
ResponderExcluirNossa que lindo. Achei os versos muito bem escritos. Parabéns!
Prefácio
Oi, Sil! Obrigado.
ExcluirQue linda história de amor.
ResponderExcluirBom restante de semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com dois posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado
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