Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Entre Fulgor e Abismo, Sigo Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram. Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente. A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta ...
Estrelas a brilhar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Oi Luciano, lindo verso, poema, muito bem escrito, parabéns!!
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila. Obrigado, fico feliz que tenha gostado, beijos!
ExcluirOlá, belas palavras, você escreve muito bem.
ResponderExcluirwww.vivendosentimentos.com.br
Olá, Monique! Obrigado, que bom que gostou do poema.
ExcluirOi, Luciano!
ResponderExcluirAcho lindo quem consegue escrever assim <3 Parabéns, ficou ótimo!
Beijinhos,
Galáxia dos Desejos
Oi, Mari! Obrigado, que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirOlá, Luciano.
ResponderExcluirNossa que lindo. Achei os versos muito bem escritos. Parabéns!
Prefácio
Oi, Sil! Obrigado.
ExcluirQue linda história de amor.
ResponderExcluirBom restante de semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com dois posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado
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