Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Nauseabundo Mendigo Coração partido, pedaços espalhados como fragmentos de um espelho quebrado, refletindo um orgulho ferido, eco surdo de um amor vencido, preso nas malhas do tempo que não perdoa. Delírio fingido, palavras sussurradas no teu ouvido, como fantasmas que insistem em dançar no silêncio entre nós. Espero teu sorriso, como quem espera o sol nascer após uma noite sem estrelas, mas o que me chega é o vazio, o frio de um olhar esquecido, que antes era abrigo e agora é abandono. Nauseabundo mendigo, vago por ruas escuras da alma, perdido entre sombras, sem lugar para repousar o peito cansado. Por mim caído, entrego os restos do que fui, fiz do teu peito abrigo — um castelo frágil erguido sobre a areia movediça da dúvida. Brilho enfraquecido, tesouro perdido em cofres invisíveis, cobrado pela avareza do silêncio, o mais querido e cruel dos ladrões. Mandíbula de paralele...
Estrelas a brilhar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Sozinho fico a pensar
Coração começa machucar
Algum dia poderei te contar
O que me fez imaginar
Que eu pudesse te reencontrar
Nossos corpos a suar
No calor que faz silenciar
Nossa luxúria parece não acabar
No quarto escuro que não deixa eu respirar
Eu te digo volto logo sem demorar
Você sorrindo me lembra de te buscar
Se vou ou fico
Fico num instante a divagar
Malícias de teu cheiro
A me embriagar
Sorrio e faço renascerá
Nascendo num sopro pra te alcançar
Me vejo no abismo
Do além mar
Navegando através do teu olhar
Enterro o desejo
Num surto me fez delirar
A corrente vazia e o silêncio a me torturar
Me fiz de esquecido
Pra te buscar
Na eterna partida numa noite sem luar
Agradeci o desconhecido
Por me avisar
Que um dia voltarei
De mansinho pra te levar
Pro castelo de areia
Na beira do mar
Abraçados pra sempre até eternizar
Oi Luciano, lindo verso, poema, muito bem escrito, parabéns!!
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila. Obrigado, fico feliz que tenha gostado, beijos!
ExcluirOlá, belas palavras, você escreve muito bem.
ResponderExcluirwww.vivendosentimentos.com.br
Olá, Monique! Obrigado, que bom que gostou do poema.
ExcluirOi, Luciano!
ResponderExcluirAcho lindo quem consegue escrever assim <3 Parabéns, ficou ótimo!
Beijinhos,
Galáxia dos Desejos
Oi, Mari! Obrigado, que bom que você gostou. Beijos!
ExcluirOlá, Luciano.
ResponderExcluirNossa que lindo. Achei os versos muito bem escritos. Parabéns!
Prefácio
Oi, Sil! Obrigado.
ExcluirQue linda história de amor.
ResponderExcluirBom restante de semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com dois posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
Fanpage
Instagram
Obrigado
ResponderExcluir