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O Segurança e o Calabouço

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Segurança e o Calabouço No princípio, chamaram de prisão aquilo que era apenas forma. E chamaram de déspota aquele que apenas segurava o mundo para que não se desfizesse. O Criador nasceu quando o limite esqueceu o Céu. Saturno, quando lembrado, nunca negou o invisível — apenas disse que ele pesa. O erro não foi criar a matéria. O erro foi dizer que não havia mais nada além dela. Por isso tantos confundem o tempo com sentença, o corpo com castigo, o mundo com armadilha. Mas o guardião não fecha a porta. Ele apenas exige que se atravesse devagar. Saturno não pune — amadurece. O Criador não ensina — aprisiona. Um diz: “Tudo tem custo.” O outro diz: “Não há saída.” E o espírito, cansado de fugir, aprende enfim; não é preciso destruir o mundo para lembrar do infinito. Basta não esquecer quem se é enquanto se habita o limite. O peso não é a queda. É o chão. E quem suporta o tempo sem...

Resenha: O Mal Humano: A Arca

LIVRO: O MAL HUMANO: A ARCA 

ANO DE LANÇAMENTO: 2017

AUTOR: JOEL G. GOMES

EDITORA: AMAZON

NÚMERO DE PÁGINAS: 43

CLASSIFICAÇÃO: ☆☆☆☆☆


Sinopse: O mundo está cheio de monstros horríveis que não olham a meios para atingir os seus fins. Monstros que violam as leis do Homem, as leis de Deus e as próprias leis do Universo. Monstros iguais a nós, que espelham a maldade que se esconde no coração humano.

Neste episódio…

ACEITA O QUE ACONTECEU

Rui Alves cresceu habituado a não ter quaisquer privações. Afastado dos perigos do mundo por pais demasiado protectores, a sua realidade é destroçada quando um infeliz acidente de viação reclama a vida dos seus pais. Inconformado com essa perda, tudo o que ele quer é estar com eles uma última vez.

NÃO QUEBRES AS TUAS REGRAS

Na véspera do primeiro aniversário da morte da sua mulher Ana, tudo o que Valter Braz quer é estar com ela uma última vez. Preso a um dever que não pode abandonar, tem na sua posse uma forma de estabelecer encontros entre vivos e mortos.

OU LIDA COM AS CONSEQUÊNCIAS

Quando estes dois caminhos se cruzam, ambos tentam aceitar que há regras a cumprir. Mas a dor e saudade que possuem são mais fortes que a razão. Mesmo que isso possa pôr em causa aquilo que mais se ama.




Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de resenha por aqui. Vem conferir!




Joel G. Gomes, autor de obras como "Um Cappuccino Vermelho" e "A Imagem", apresenta uma narrativa intrigante que entrelaça mistério, suspense e elementos sobrenaturais, inserida na vasta tapeçaria literária intitulada O MAL HUMANO. 

A ARCA, como episódio inaugural da série, nos apresenta dois protagonistas: Rui Alves e Valter Braz. Suas trajetórias se entrelaçam em torno de uma arca enigmática, um objeto que possibilita encontros temporários entre os vivos e os que partiram. Rui Alves é um jovem que, após a trágica perda dos pais em um acidente de viação, anseia por um último vislumbre de suas presenças. Embora sua vida tenha sido confortável antes da tragédia, ele se vê agora imerso na dura realidade da perda e da saudade. Por sua vez, Valter Braz carrega a dor da perda de sua esposa, Ana, que se foi há quase um ano. Ele é o guardião da arca, um artefato que permite esses encontros entre mundos, mas que vem com regras estritas para seu uso. A obra mergulha em temas profundos, como a dor da ausência, a saudade persistente e a dificuldade de aceitar a inevitabilidade da morte. A arca se torna um símbolo da tentação de reviver o passado e da luta entre o desejo de estar com aqueles que amamos e a necessidade de seguir adiante. Movido pela saudade, Rui decide usar a arca para reviver momentos com seus pais, apenas para descobrir que o tempo lá dentro não se alinha com o mundo exterior. Valter, por sua vez, enfrenta seus próprios desafios internos enquanto protege a arca e as memórias que ela abriga. O encontro entre Rui e Valter revela a complexidade das emoções humanas diante da perda e a sedutora tentação de quebrar fronteiras sagradas. A narrativa, rica em descrições detalhadas, evoca um ambiente que, embora marcado por um certo desgaste, reflete o estado emocional de seus personagens. A prosa de Joel G. Gomes flui de maneira envolvente, equilibrando suspense psicológico com elementos sobrenaturais. A ambientação é realista, destacando o contraste entre a modernidade e as áreas degradadas da cidade, simbolizando também a jornada emocional dos protagonistas.

Em resumo, A ARCA transcende o horror tradicional, explorando a dor emocional e as responsabilidades inevitáveis. É uma introdução poderosa ao universo de O MAL HUMANO, preparando o leitor para os desdobramentos futuros da série.  É isso leitores! Até a próxima!



Comentários

  1. Que bela e detalhada resenha. Não conheço o livro, mas acjei bem instigante e convidativo! abraços, chica

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    1. Oi, Chica! Bom dia! Sim o livro é instigante e curti bastante a leitura dele. Um fraterno abraço amiga Chica.

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  2. Luciano bom dia, o livro equilibrou muito bem o psicológico com o sobrenatural. É um livro bastante interessante, Luciano desejo uma ótima semana abraços.

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    1. Oi, Lucimar! Bom dia! Sim o equilíbrio é bem dosado aqui nesse livro/conto. Não deixe de conferir. Ótima semana pra ti também. Um fraterno abraço!

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  3. Parece ser uma leitura incrível e maravilhosa. Obrigado pela resenha.

    Boa semana!

    O JOVEM JORNALISTA está em Hiatus de inverno entre 03 de agosto à 07 de setembro, mas comentaremos nos blogs amigos. Mesmo em Hiatus, o JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!

    Jovem Jornalista
    Instagram

    Até mais, Emerson Garcia

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    1. Oi, Emerson! Sim é! Obrigado por deixar seu comentário por aqui. Boa semana pra você também. Um abraço meu amigo.

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  4. Sem dúvida, meu amigo, sabes despertar a curiosidade e o interesse, naqueles que leem as tuas resenhas. Gostei! Meu abraço, boa semana.

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    1. Oi, Árabe! Não deixe de conferir, certamente você irá se agradar da leitura. Boa semana pra ti também. Um abraço meu amigo!

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  5. Olá, amigo Luciano, pela sua resenha, pude ver que O MAL HUMANO de Joel G. Gomes,
    autor que ainda não conhecia, pude ver que se trata de uma obra instigante, que deve valer
    a pena ser lido.
    Desejo a você uma ótima semana, com saúde e paz.
    Grande abraço.

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    1. Oi, Pedro! Não deixe de conferir viu. O livro é excelente. Boa semana pra ti também meu amigo. Um abraço!

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  6. Oi!
    Parece uma leitura instigante para os fãs do horror.

    https://deiumjeito.blogspot.com/

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  7. Lu,
    Amo suas resenhas sempre.
    Mas hj passo também para dizer
    que fiz a publicação complementar
    sobre as Imagens lá no
    Espelhando.
    Bjins de gratidão
    CatiahôAlc.

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    1. Oi, Catiahô! Muito obrigado querida! Pode deixar que verei a nova publicação complementar que você fez. Um fraterno abraço minha amiga.

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  8. Olá, Luciano. Que interessante... fiquei com vontade de ler...abraços!

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  9. Puxa, que obra interessante Luciano. Fico encantada com a criatividade do autor Joel Gomes, que conseguiu inserir em poucas páginas um complexo psicológico aliado à fantasia e ao sobrenatural. E ainda inserindo momentos de discussão da causa que a ausência das pessoas queridas nos causam. Realmente a saudade dói e o quanto estaríamos dispostos para aliviar essa dor?
    Obrigada, é uma leitura agradável, com toda a certeza!!
    Maravilhosa semana!! :))))

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    1. Oi, Adriana! É uma leitura maravilhosa! Não deixe de conferir, viu. Que sua semana seja de muita paz e alegria no coração sempre. Um fraterno abraço!

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  10. Ola Luciano, Não conheço o livro,
    mas a resenha esta otima.
    Desejo uma feliz noite
    bjs

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  11. Olá, Luciano, tudo bem, meu amigo?
    Que resenha bem feita, hein!?
    Está anotado, gosto muito destes temas, e dividiremos aqui,
    primeiro eu leio 😄☺️, depois está livre!
    Uma boa semana, querido amigo, muita paz e saúde por aí.
    Fraterno abraço

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    1. Oi, Taís! Estou bem minha amiga! Leia sim e depois conte-me sua experiência com a leitura deste livro/conto. Que sua semana seja abençoada e com alegria no coração sempre. Um fraterno abraço querida.

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