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Resenha: Nas Ondas do Surfe

LIVRO: NAS ONDAS DO SURFE ANO DE LANÇAMENTO: 2000 AUTORA: EDITH MODESTO EDITORA: ÁTICA NÚMERO DE PÁGINAS: 153 CLASSIFICAÇÃO: ☆☆☆☆☆ SINOPSE: Daniela e sua equipe de body boarders têm pela frente um desafio e tanto: vencer as etapas da competição que os levará à Califórnia e ao mesmo tempo livrar-se de poderosos traficantes que querem utilizar-se deles para enviar uma encomenda para os Estados Unidos. Como os body boarders vão se sair dessa? Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia resenha por aqui. Vem conferir! A narrativa acompanha um grupo de jovens unidos pelo surfe e pelo bodyboarding, conduzindo o leitor por um mundo em que a espuma das ondas se mistura às inquietações próprias da juventude. Amizade, rivalidade, paixão, insegurança, escolhas imprudentes e amadurecimento entrelaçam-se nas vidas de Daniela, Marcelo, Carlos, Suzie e Alberto — o Beto —, sob o olhar atento da avó Rosália, cuja presença se revela decisiva. A princípio, tudo transcorre com a...

Poema: O Corpo é um Feito

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!



Poema: O Corpo é um Feito



O corpo não é um engano.

É um feito.

Respira por um tempo, arde por instantes,

deseja por necessidade e termina por natureza.

O desejo não é declínio.

É vida atravessando a aparência.

Quando toca outro corpo, não busca eternidade — busca companhia e prazer.

O prazer não pede desculpa.

Ele acontece quando a vida se reconhece

por dentro da matéria.

O cheiro da pele, o peso do abraço, o calor entre dois corpos não prometem durar — e por isso são existentes.

A morte não vem para punir o corpo.

Vem para encerrá-lo no mesmo silêncio de onde toda forma emerge.

Nada do que é vivido no corpo precisa continuar depois para ter sido sagrado.

O erro não é desejar.

O erro é negar o desejo em nome de um além que nunca pediu sacrifício.

Quando o corpo cai, não cai a vida — cai o meio.

O que soube tocar não se perde.

O que soube sentir não se apaga.

Apenas deixa de ter mãos.




É isso! Até a próxima!




Autoria: Luciano Otaciano 

Comentários

  1. Belíssimo poema! Parabéns por ter escrito essa pérola.

    Boa semana!

    O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!

    Jovem Jornalista
    Instagram

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigado Emerson! Tenha uma ótima semana amigo. Abraço!

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  2. Olá Luciano,
    Muito bem escrito teu poema.
    O corpo hoje é nosso templo.
    Desejo uma feliz semana

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    Respostas
    1. Oi, Bandys! Muito obrigado. De pleno acordo. Feliz semana pra ti também. Um abraço!

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  3. Oi, Lu!
    Eu acho o corpo uma das coisas mais legais que a gente tem! :)
    O funcionamento é meio mágico, ainda que lógico.
    Acho que você capitou tudo isso mto bem no seu poema.

    Um beijo,
    Fernanda Rodrigues | contato@algumasobservacoes.com
    Algumas Observações
    Projeto Escrita Criativa

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    Respostas
    1. Oi, Fê! Muito obrigado! Estou de pleno acordo. O corpo é algo surreal mesmo, perfeito na sua finitude lógica. Um abraço amiga

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