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Poema: A Ponte Entre Mundos

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: A Ponte Entre Mundos Sou a raiz e o raio. Meu corpo dorme, mas minha alma desperta sob o peso da luz. Há um fio invisível que me ancora à Terra — um cordão de fogo que desce pelo ventre e floresce no umbigo do mundo. Respiro devagar, e o chão respira comigo. Cada inspiração é uma seiva que sobe, cada expiração, um retorno ao que fui antes do nome. Entre mim e o Alto não há distância. Sou o elo entre o mineral e o invisível, entre a lágrima e o Sol. Minha mente se curva em quietude, meu coração é um espelho de água onde o Céu se reconhece. Tudo vibra, tudo fala. Não há língua — há pulsação. Não há palavra — há aparição. E nesse instante suspenso, onde o humano se desfaz em claridade, eu recordo o que sempre fui.  Um viajante do invisível, uma ponte viva entre mundos. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano 

Velas acesas noites de luar

As flores brotam
A água do rio desagua no mar
Procuro encontrar teu olhar
Preso num sussurro devagar
Pensamentos voam para alcançar
Vozes serenas a pairar
Sereno noturno me embriagar
Velas acesas noites de luar
Caminhando lentamente a beira mar
Procuro encontrar verdades a bailar
Mentiras a contar sobre a imensidão do vasto nuclear
Tentarei sozinho me encontrar
Até o dia do terminar
Ajustes a delirar enigmas encontrar
Para eternizar
Amor de verão passou sem avisar
Memórias vivas torturas a lembrar
Você me dizendo que não queria mais ficar
Andorinha foi voar
Pensamento e o tempo demora a passar...

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