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Poema: Osmetério

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes.   Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano

Velas acesas noites de luar

As flores brotam
A água do rio desagua no mar
Procuro encontrar teu olhar
Preso num sussurro devagar
Pensamentos voam para alcançar
Vozes serenas a pairar
Sereno noturno me embriagar
Velas acesas noites de luar
Caminhando lentamente a beira mar
Procuro encontrar verdades a bailar
Mentiras a contar sobre a imensidão do vasto nuclear
Tentarei sozinho me encontrar
Até o dia do terminar
Ajustes a delirar enigmas encontrar
Para eternizar
Amor de verão passou sem avisar
Memórias vivas torturas a lembrar
Você me dizendo que não queria mais ficar
Andorinha foi voar
Pensamento e o tempo demora a passar...

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