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Entre Fulgor e Abismo, Sigo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Entre Fulgor e Abismo, Sigo Na quietude da manhã, quando o mundo ainda parece suspenso, há um silêncio que acolhe — como se o tempo se curvasse só para nos ouvir. Nesse instante de quase nada, pensamentos se movem devagar, como folhas levadas pelo vento, carregando sonhos, medos e pequenas promessas que ainda não se cumpriram. Caminhar entre convicção e escuridão é um ato constante de coragem. É seguir mesmo sem mapa, confiar mesmo sem certezas. Cada passo é como um gesto íntimo de fé no que não se vê, no que só se sente. A vida, nesse vai e vem de momentos, é feita de encontros que nos marcam e de despedidas que silenciosamente nos transformam. Há sorrisos que nos aquecem por dentro e lágrimas que limpam o que doía em silêncio. E no meio disso tudo, carrego um desejo no peito — às vezes chama viva, às vezes brasa discreta — mas sempre ali, como lembrança de que sou feito de luta ...

Velas acesas noites de luar

As flores brotam
A água do rio desagua no mar
Procuro encontrar teu olhar
Preso num sussurro devagar
Pensamentos voam para alcançar
Vozes serenas a pairar
Sereno noturno me embriagar
Velas acesas noites de luar
Caminhando lentamente a beira mar
Procuro encontrar verdades a bailar
Mentiras a contar sobre a imensidão do vasto nuclear
Tentarei sozinho me encontrar
Até o dia do terminar
Ajustes a delirar enigmas encontrar
Para eternizar
Amor de verão passou sem avisar
Memórias vivas torturas a lembrar
Você me dizendo que não queria mais ficar
Andorinha foi voar
Pensamento e o tempo demora a passar...

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