Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Segurança e o Calabouço No princípio, chamaram de prisão aquilo que era apenas forma. E chamaram de déspota aquele que apenas segurava o mundo para que não se desfizesse. O Criador nasceu quando o limite esqueceu o Céu. Saturno, quando lembrado, nunca negou o invisível — apenas disse que ele pesa. O erro não foi criar a matéria. O erro foi dizer que não havia mais nada além dela. Por isso tantos confundem o tempo com sentença, o corpo com castigo, o mundo com armadilha. Mas o guardião não fecha a porta. Ele apenas exige que se atravesse devagar. Saturno não pune — amadurece. O Criador não ensina — aprisiona. Um diz: “Tudo tem custo.” O outro diz: “Não há saída.” E o espírito, cansado de fugir, aprende enfim; não é preciso destruir o mundo para lembrar do infinito. Basta não esquecer quem se é enquanto se habita o limite. O peso não é a queda. É o chão. E quem suporta o tempo sem...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vamos conhecer o poema Horror. Vamos conhecer então! Poema: Horror No escuro profundo da noite eterna. O horror rasteja com garras afiadas. Os olhos brilham, a alma se contorce. Na dança sinistra dos medos sussurrados. A lua esconde-se atrás de densas nuvens. A luz se esvai, a escuridão prevalece. Os sonhos se tornam pesadelos insanos. O terror se instala e a mente enlouquece. Monstros se erguem das sombras ocultas. Devorando esperanças com dentes aguçados. Gritos desesperados ecoam pelo ar. Enquanto o mal se expande, implacável e macabro. As casas apodrecem com histórias macabras. O medo habita cada canto sombrio. Fantasmas choram em corredores vazios. Onde o horror derrama seu néctar frio. Assombrações sussurram segredos obscuros. Lágrimas de sangue caem em profusão. A morte dança entre os vivos uma lúgubre maldição. Semeando aterrorizante visão. Não há escapatória da teia do h...