Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Saber que Mora na Quietude Fé, essa palavra que tantos pronunciam como quem decora uma senha para o céu, perdeu-se no ruído das certezas inventadas. Digo com o coração calmo; a verdadeira fé não está no acreditar — esse verbo que anda de mãos dadas com o medo —, mas no saber. Não no saber dos livros ou das cátedras, mas naquele que brota do silêncio que habita os corações que já se renderam. Não devemos esperar que tudo dê certo um dia. Isso é fé infantil, esperança com rodinhas. A fé madura sabe, simplesmente sabe, que tudo já está certo — ainda que nossos olhos insistam em enxergar bagunça, caos ou atraso. Esse saber não pede provas, nem precisa de plateia. Ele apenas é. Quieto, presente, firme como raiz de árvore grande e adulta. Veja bem, ou você sente Deus ou acredita em Deus. Os dois ao mesmo tempo, não dá liga. Quem acredita ainda precisa se convencer. Quem o sente ...
Nuvem passageira
Levada ao vento
Se fico ou parto
Me dirás com o tempo
Olhos falam
Quero contar
Segredos escondidos no luar
Paisagem marcante no semblante do pulsar
Corri me feri
Sangue escorre
Vela acesa
Coração acelera quando tu me incendeia
Colírios a brilhar
Serenatas ao anoitecer
Dias felizes me fizeste
Todo dia por você
Rezo ao Sagrado o sossego
De ver o paraíso dourado antes de eu enlouquecer
Prosa e liberdade
Passos do ponteiro
Até o amanhecer
Levada ao vento
Se fico ou parto
Me dirás com o tempo
Olhos falam
Quero contar
Segredos escondidos no luar
Paisagem marcante no semblante do pulsar
Corri me feri
Sangue escorre
Vela acesa
Coração acelera quando tu me incendeia
Colírios a brilhar
Serenatas ao anoitecer
Dias felizes me fizeste
Todo dia por você
Rezo ao Sagrado o sossego
De ver o paraíso dourado antes de eu enlouquecer
Prosa e liberdade
Passos do ponteiro
Até o amanhecer
Belas palavras.
ResponderExcluirBom restante de semana!
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
Fanpage
Instagram
Obrigado Emerson. Bom fim de semana!
ExcluirOi Luciano, tudo bem?
ResponderExcluirParabéns pela poesia!
Belo texto.
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Oi, Pri! Que bom que gostou. Beijo!
ExcluirOi Luciano, linda poesia, adorei suas palavras!!
ResponderExcluirBeijo Mila
Oi, Camila! Fico feliz que tenha gostado. Beijos!
ExcluirOlá, Luciano.
ResponderExcluirQue poesia linda. O bonito da vida é ver que os ponteiros continuam correndo, não importa o que aconteça.
Prefácio
Oi, Sil! Os ponteiros não podem parar. Que bom que gostou.
ExcluirOi
ResponderExcluirmuito bom o poema, como não sou uma pessoa que busca esse tipo de leitura, gosto quando entro em um blog e vejo um,
http://momentocrivelli.blogspot.com
Oi, Denise! Que bom que você gostou.
Excluir