Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! Virgem Maria OLHAI POR NÓS! Por qual razão os evangélicos se comportam de maneira similar aos ateus quando o tema são os milagres e manifestações de Maria? Tal ocorrência reside na circunstância de que, apesar do respeito e apreço pelos católicos, a preponderância do Evangelho de Cristo repousa em Deus, e não em Maria! Maria revelou-se uma figura exemplar, entretanto HUMANA, eleita por divina vontade para que o Redentor viesse ao mundo. O que costuma suscitar dificuldade de compreensão é o fato de que Maria compartilhava da mesma natureza humana que qualquer indivíduo e, se não fosse a intervenção divina para que Jesus encarnasse neste plano terreno através dela, ela teria conduzido uma vida absolutamente comum (casado, gerado filhos, cultivado amizades, e assim por diante). Talvez seja o vínculo materno, possivelmente uma medida de "humanização" do desígnio divino. Po...
Vazio, ao tentar a imaginar a inimaginável dimensão do mundo e
as aplicações da vida quanto ao próprio ato de existir, pequenas coisas
tornam-se tão banais que me sinto desestimulado a fazê-las. Ainda que
possam aparentemente possuir alguma importância, ao analisar suas
proporções físicas e não físicas em um plano menos superficial, conclui-se
que as pequenas e rotineiras tarefas que preenchem nosso cotidiano são,
na verdade, uma lastimável perda de tempo. Muitas ainda podem ser
utilizadas como ferramenta para alcançar um objetivo maior e mais
distante, mas muitas simplesmente não.
Conhecer alguém, conhecer alguém de verdade, tornar familiares
as nuances de cada emoção misteriosa e encher o próprio coração com o
êxtase da existência alheia; em outras palavras, puramente, amar, aceitar,
aceitar alguém de verdade, sem cobranças, porque, há em cada defeito
humano uma singular perfeição divina e em cada lágrima e suspiro e
dessossego e derrota, a mais crua das poesias do mundo.
Amar, ouvir cada palavra mal dita como se o timbre da voz alheia
possuísse, no mínimo, a mais crua das poesias do mundo. E desejar
entregar tão facilmente a própria alma tão somente a troco de... amor.
Amar, porque há no amor todo o equilíbrio e o caos do universo e é do
caos que surge a mais pulsante beleza da vida.
Eu perguntei a mim mesmo; pode um coração que jamais
provou do amor, amar? Será um homem não amado capaz de conhecer,
em vez de reconhecer, o amor em alguma outra coisa qualquer?
Pouco pensei, logo entendi que sim. O ser humano, como todas
as criaturas vivas, é feito de amor, por amor e sobretudo, para amar. A
necessidade desse sentimento existe e coexiste com a sua própria
realidade humana, e, assim, todo homem e mulher, antes mesmo de
nascer, ama e desama com a mesma naturalidade com a qual a vida lhe
possui, e seu coração se enche e se extasia, involuntariamente, com a
gratidão gloriosa do amar, em um processo simples e contínuo como um
rio desaguando.
as aplicações da vida quanto ao próprio ato de existir, pequenas coisas
tornam-se tão banais que me sinto desestimulado a fazê-las. Ainda que
possam aparentemente possuir alguma importância, ao analisar suas
proporções físicas e não físicas em um plano menos superficial, conclui-se
que as pequenas e rotineiras tarefas que preenchem nosso cotidiano são,
na verdade, uma lastimável perda de tempo. Muitas ainda podem ser
utilizadas como ferramenta para alcançar um objetivo maior e mais
distante, mas muitas simplesmente não.
Conhecer alguém, conhecer alguém de verdade, tornar familiares
as nuances de cada emoção misteriosa e encher o próprio coração com o
êxtase da existência alheia; em outras palavras, puramente, amar, aceitar,
aceitar alguém de verdade, sem cobranças, porque, há em cada defeito
humano uma singular perfeição divina e em cada lágrima e suspiro e
dessossego e derrota, a mais crua das poesias do mundo.
Amar, ouvir cada palavra mal dita como se o timbre da voz alheia
possuísse, no mínimo, a mais crua das poesias do mundo. E desejar
entregar tão facilmente a própria alma tão somente a troco de... amor.
Amar, porque há no amor todo o equilíbrio e o caos do universo e é do
caos que surge a mais pulsante beleza da vida.
Eu perguntei a mim mesmo; pode um coração que jamais
provou do amor, amar? Será um homem não amado capaz de conhecer,
em vez de reconhecer, o amor em alguma outra coisa qualquer?
Pouco pensei, logo entendi que sim. O ser humano, como todas
as criaturas vivas, é feito de amor, por amor e sobretudo, para amar. A
necessidade desse sentimento existe e coexiste com a sua própria
realidade humana, e, assim, todo homem e mulher, antes mesmo de
nascer, ama e desama com a mesma naturalidade com a qual a vida lhe
possui, e seu coração se enche e se extasia, involuntariamente, com a
gratidão gloriosa do amar, em um processo simples e contínuo como um
rio desaguando.
Oi Luciano, belo texto!
ResponderExcluirParabéns, imagino que seja de sua autoria né..
Beijo Mila
Este comentário foi removido pelo autor.
ExcluirOi, Camila! Esse trecho está presente em meu livro "Reflexões de Vida". Sim, é de minha autoria. Beijos!
ExcluirOiii Luciano
ResponderExcluirLindas palavras, servem pra refletir bastante sobre amagnitude de vida e o quanto a gente è sò um pontinho nesse universo enorme. O segundo parágrafo foi o que mais gostei, descrevendo bem as nuances do ser humano
Beijos, Alice
www.derepentenoultimolivro.com
Oi, Alice é sim somo s um pontinho insignificante na magnitude do Universo. Grato pela visita e comentário. Beijos!
ExcluirConcordo que é no caos que criamos coisas belas e amorosas.
ResponderExcluirBelo texto.
Bom fim de semana!
O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com dois posts interessantes.
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado
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