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Conto: Cidade do Fim do Mundo: Portal Pro Além Dimensão

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. O primeiro de 2026. Vem conferir! Conto: Cidade do Fim do Mundo: Portal Pro Além Dimensão  I Acordei sem saber que dia era. A luz do sol queimava meus olhos com um azul que lembrava seu olhar, aquele que só eu sei decifrar. Na cidade do fim do mundo, o tempo já não obedecia mais ao relógio dos homens. Tentei levantar, mas o peso do corpo era descomunal. Cada osso parecia preso por memórias que me mantinham ali, grudado ao chão frio e rachado do que um dia foi minha casa. Lá fora, o silêncio era ensurdecedor. Nenhum canto de pássaro, nenhum ruído de motor, nenhuma voz humana. Apenas o som do vento assobiando entre os escombros e a lembrança dos que um dia estiveram ali. Senti um arrepio percorrer minhas costas, como se alguém estivesse ali, guiando meus passos sem se mostrar. Lembro de ter sonhado com um trem, um túnel, um apito longínquo. Talvez tenha sido real. Talvez tudo fosse sonho agora....

Teu corpo servil

Torpor alucinado
Estou paralisado
Suor derramado
Teus lábios provado
Gosto abençoado
Tentação machucado
Teus mistérios escondidos
Penumbra vil
Solar me fez juvenil
Cantarei as pressas mil
Teu corpo servil
No meu decaiu
Com o teu me fez pueril
Dentre as mil
Emoção não caiu
Sentimento partiu





Comentários

  1. ÓTIMO poema, com carga dramáatica!
    Abraços
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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  2. Bela poesia.
    Bom restante de semana!

    O blog JOVEM JORNALISTA retornou do HIATUS DE INVERNO com dois posts interessantes.

    Até mais, Emerson Garcia

    Jovem Jornalista
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