Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Mar de Louise I Ela entrou no apartamento como quem não invade, mas também não pede licença. Havia nela uma presença calma, quase distraída, como se o espaço já a conhecesse antes de mim. O vestido claro não chamava atenção — era o movimento que chamava. Um modo de atravessar o ambiente sem se fixar nele. Seus olhos não procuravam nada, e talvez por isso encontrassem tudo. Cumprimentou-me com um gesto simples. Nada foi dito além do necessário. Ainda assim, algo se deslocou em mim, não como impacto, mas como ajuste. Um objeto antiquado encontrando, enfim, o lugar correto sobre a mesa. O perfume era leve. Não ficou. Passou. E foi exatamente isso que permaneceu. Louise caminhava pelo apartamento observando sem julgar. Tocava os móveis como quem reconhece uma história que não precisa ser contada. Em certos momentos, parecia ouvir algo que eu não ouvia. Em outros, parecia apenas de...
Perdemos vários aprendizados quando esse acesso é interrompido, os tais emaranhados, e com isso dificultamos nosso processo natural de evolução.
Então, se essas informações nos pertencem, porque não podemos nós mesmos resgatá-las?
Basta para isso que tenhamos alguns pontos a considerar.
Se você tem dificuldade em aceitar seus erros, vai ficar muito difícil entender as emoções e reflexões que esse processo irá gerar. Tem que estar ciente que não somos o umbigo do mundo, que nem sempre o erro está no outro e estar disposto a promover modificações na forma de agir e pensar.
Todos os movimentos que fazemos durante uma constelação têm por objetivo olhar os membros da família com amor. Não se tem como aprender com a vivência do outro se não compreendemos que por mais “daninha“ aparentemente tenha sido sua passagem nesse mundo, sempre se tem o que aprender com ele. Sem essa compreensão, excluímos o indivíduo e com ele toda a gama de sabedoria que nos seria útil. Lembrando que "exclusão" é uma violação as leis de amor que regem a constelação familiar.
Essa é a palavra chave e a mais subestimada por praticamente todos. Essa gratidão está direcionada especialmente aos pais. São eles os protagonistas dessa nossa história, e independente do que puderam nos oferecer, o bem maior que nos deram foi a vida.
Sem falar que quando rejeitamos, julgamos ou excluímos qualquer um deles, estamos renunciando e desprezando parte de nós mesmos, nos tornamos incompletos e fracos diante das dificuldades de nossa vida.
Às vezes não percebemos, mas, todas essas questões e muitas outras são conduzidas de forma que a assimilação seja gradual, respeitando nossa capacidade de assimilação do momento.
Mas existem outras formas de se autoconstelar, que utiliza ferramentas de acesso ao campo mórfico pelo conceito quântico, que você pode utilizar. Não custa tentar.
Então, se essas informações nos pertencem, porque não podemos nós mesmos resgatá-las?
Basta para isso que tenhamos alguns pontos a considerar.
Se você tem dificuldade em aceitar seus erros, vai ficar muito difícil entender as emoções e reflexões que esse processo irá gerar. Tem que estar ciente que não somos o umbigo do mundo, que nem sempre o erro está no outro e estar disposto a promover modificações na forma de agir e pensar.
Todos os movimentos que fazemos durante uma constelação têm por objetivo olhar os membros da família com amor. Não se tem como aprender com a vivência do outro se não compreendemos que por mais “daninha“ aparentemente tenha sido sua passagem nesse mundo, sempre se tem o que aprender com ele. Sem essa compreensão, excluímos o indivíduo e com ele toda a gama de sabedoria que nos seria útil. Lembrando que "exclusão" é uma violação as leis de amor que regem a constelação familiar.
Essa é a palavra chave e a mais subestimada por praticamente todos. Essa gratidão está direcionada especialmente aos pais. São eles os protagonistas dessa nossa história, e independente do que puderam nos oferecer, o bem maior que nos deram foi a vida.
Sem falar que quando rejeitamos, julgamos ou excluímos qualquer um deles, estamos renunciando e desprezando parte de nós mesmos, nos tornamos incompletos e fracos diante das dificuldades de nossa vida.
Às vezes não percebemos, mas, todas essas questões e muitas outras são conduzidas de forma que a assimilação seja gradual, respeitando nossa capacidade de assimilação do momento.
Mas existem outras formas de se autoconstelar, que utiliza ferramentas de acesso ao campo mórfico pelo conceito quântico, que você pode utilizar. Não custa tentar.
Oi,
ResponderExcluirEu já escutei assim: "o que nos incomoda no outro, é o precisa ser mudado em nós."
É o que vc disse que nem sempre o erro está no outro.
Já escutei sobre constelação familiar, mas tudo muito vago, sei da importância dos nossos ancestrais e de como devemos tentar limpar essas mémorias que por vezes nos faz repetir erros. Mas nem tudo é tão fácil assim, tenho procurado viver em paz e sempre tentando melhorar em relação a minha espiritualidade!
Ótimo texto!
Beijos Mila
Daily of Books Mila
Que bom que você gostou do escrito Camila. Viver em paz consigo mesmo é o caminho, grato por sua visita e volte sempre.!
ExcluirOi
ResponderExcluirmuito bom o texto, temos que aceitar que somos humanos e que cometemos erros, erros esses que podem nos ajudar a buscar melhoria.
http://momentocrivelli.blogspot.com
Que bom que gostou. É sim Denise, erros nos levam à melhorias. Abraço!
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