Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: O Homem que Morava entre as Sete Luas e a Terra 1 Havia um homem que morava entre a Lua e a Terra. Não morava literalmente em nenhum lugar impossível. Tinha uma casa. Caminhava pelas ruas. Comia. Dormia. Trabalhava. Sentia calor. Sentia frio. Fazia sexo com mulheres apetitosas. E tinha os dois pés firmemente presos ao chão. Mas dentro dele existia uma distância. De um lado estava a Terra. Do outro, a Lua e suas sete variações. A Terra dizia: — Veja o que está acontecendo. A Lua dizia: — Veja o que poderia acontecer. A Terra dizia: — Esta mulher apenas olhou para você. A Lua dizia: — Talvez ela tenha visto algo em você. A Terra dizia: — Você ainda não sabe. A Lua dizia: — Mas posso imaginar. Durante muitos anos, o homem acreditou que precisava escolher. Tentou permanecer apenas na Terra. Tentou ser prático. Tentou olhar apenas para aquilo que podia tocar. Mas, quando fazi...
Tem se punido excessivamente nos últimos dias, meses ou até mesmo anos?
Está se chicoteando por se sentir merecedor do sofrimento?
Possuímos em nossa mente um “reservatório de tormentos anímicos ”, a qual está sempre ativa à espera de um pequeno deslize ou algo que nossas crenças dizem ser “errado”. Podemos dizer também, que a própria mente é esse “reservatório de tormentos”.
Se pararmos para nos observar, com atenção plena, perceberemos que parte das decisões que tomamos, ações que realizamos, passam por esse “reservatório interno” que diz qual a punição merecida.
Existem apenas dois estados internos, de amor e de sofrimento e, acredite, passamos muito mais tempo no estado de sofrimento, criando fantasias, nos punindo pelo que já não existe mais ou, simplesmente, por aquilo que pensamos que pode nos fazer sofrer no futuro.
Temos uma grande dificuldade de viver em estado de presença, ou seja, no estado interno de amor, por isso, buscamos formas de nos torturar mental e emocionalmente, acostumados à dor, acreditamos que estamos apenas cumprindo karmas necessários, porém, resgates do passado podem ser leves, com amor.
Pegamos o medo no “reservatório de tormentos" e ficamos receosos pelo futuro e pelas tragédias que podem ocorrer, usando como exemplo o que não deu certo para o na nossa vida e no mundo. Mas para que realidade estamos olhando? Esquecemos que a realidade que criamos na mente é aquela que dita nossos dias?
Usamos a culpa em excesso, que também ocupa um grande espaço no nosso reservatório interno de dor, e nos criticamos e punimos pelo que dissemos e fizemos no passado ou por aquilo que não foi dito, nem falado. Nos chicoteamos por ações, pensamentos e emoções que não conseguimos controlar.
Por sua vez, a raiva é outra forma perfeita para autopunição e autossabotagem, pois brigamos mentalmente conosco ou com os desafetos, até cansar; sentimos raiva do que nem faz parte de nossa vida e perdemos o foco do que é importante.
Esse ciclo vicioso de culpa e punição não resolve nada, pois continuamos repetindo padrões, sem fim. Mas será que queremos conscientemente sair do estado de sofrimento? Será que existe algum benefício oculto com a dor que criamos para frear nossos passos?
Mas como parar com essa tortura mental e emocional? É possível?
Tudo depende do estado interno que me observo e vejo o mundo, pois quando vibro no amor, consigo fazer uma mudança de mindset, ou seja, uma reprogramação da mente.
Pensemos no cérebro como um celular, onde se pode instalar ou desinstalar aplicativos, para torná-lo mais rápido e eficiente. Apagar fotos, vídeos, conversas antigas, desatualizadas, que não queremos mais ver. Pensou? Pois é!
A nossa mente funciona da mesma maneira, e pode nos levar ao amor ou sofrimento, ou seja, ao sucesso ou ao fracasso. Quando modificamos a forma de nos enxergar e enxergar o mundo, conseguimos “desinstalar” memórias, conversas internas, dores, crenças, que usamos para punição.
Entretanto, não existe fórmula mágica, existe disciplina, consciência e coragem para sair do círculo vicioso de vitimização e julgamento.
E em qual estado interno você leu esse escrito?
Em qual estado interno você conta sua história de vida?
O que você publica nas redes sociais, amor ou revolta e medo?
Sua mente é um reservatório de tortura psíquica ou de amor?
Escolha! A escolha é somente sua, não culpe outra pessoa ou o Criador pela sua dor.
Está se chicoteando por se sentir merecedor do sofrimento?
Possuímos em nossa mente um “reservatório de tormentos anímicos ”, a qual está sempre ativa à espera de um pequeno deslize ou algo que nossas crenças dizem ser “errado”. Podemos dizer também, que a própria mente é esse “reservatório de tormentos”.
Se pararmos para nos observar, com atenção plena, perceberemos que parte das decisões que tomamos, ações que realizamos, passam por esse “reservatório interno” que diz qual a punição merecida.
Existem apenas dois estados internos, de amor e de sofrimento e, acredite, passamos muito mais tempo no estado de sofrimento, criando fantasias, nos punindo pelo que já não existe mais ou, simplesmente, por aquilo que pensamos que pode nos fazer sofrer no futuro.
Temos uma grande dificuldade de viver em estado de presença, ou seja, no estado interno de amor, por isso, buscamos formas de nos torturar mental e emocionalmente, acostumados à dor, acreditamos que estamos apenas cumprindo karmas necessários, porém, resgates do passado podem ser leves, com amor.
Pegamos o medo no “reservatório de tormentos" e ficamos receosos pelo futuro e pelas tragédias que podem ocorrer, usando como exemplo o que não deu certo para o na nossa vida e no mundo. Mas para que realidade estamos olhando? Esquecemos que a realidade que criamos na mente é aquela que dita nossos dias?
Usamos a culpa em excesso, que também ocupa um grande espaço no nosso reservatório interno de dor, e nos criticamos e punimos pelo que dissemos e fizemos no passado ou por aquilo que não foi dito, nem falado. Nos chicoteamos por ações, pensamentos e emoções que não conseguimos controlar.
Por sua vez, a raiva é outra forma perfeita para autopunição e autossabotagem, pois brigamos mentalmente conosco ou com os desafetos, até cansar; sentimos raiva do que nem faz parte de nossa vida e perdemos o foco do que é importante.
Esse ciclo vicioso de culpa e punição não resolve nada, pois continuamos repetindo padrões, sem fim. Mas será que queremos conscientemente sair do estado de sofrimento? Será que existe algum benefício oculto com a dor que criamos para frear nossos passos?
Mas como parar com essa tortura mental e emocional? É possível?
Tudo depende do estado interno que me observo e vejo o mundo, pois quando vibro no amor, consigo fazer uma mudança de mindset, ou seja, uma reprogramação da mente.
Pensemos no cérebro como um celular, onde se pode instalar ou desinstalar aplicativos, para torná-lo mais rápido e eficiente. Apagar fotos, vídeos, conversas antigas, desatualizadas, que não queremos mais ver. Pensou? Pois é!
A nossa mente funciona da mesma maneira, e pode nos levar ao amor ou sofrimento, ou seja, ao sucesso ou ao fracasso. Quando modificamos a forma de nos enxergar e enxergar o mundo, conseguimos “desinstalar” memórias, conversas internas, dores, crenças, que usamos para punição.
Entretanto, não existe fórmula mágica, existe disciplina, consciência e coragem para sair do círculo vicioso de vitimização e julgamento.
E em qual estado interno você leu esse escrito?
Em qual estado interno você conta sua história de vida?
O que você publica nas redes sociais, amor ou revolta e medo?
Sua mente é um reservatório de tortura psíquica ou de amor?
Escolha! A escolha é somente sua, não culpe outra pessoa ou o Criador pela sua dor.
Olá
ResponderExcluirUm ótimo texto. Respondendo as últimas perguntas: 1 - de bem com a vida; 2 - tranquila; 3 - amor; 4 - amor
Obrigada pela visita lá no meu blog, volte sempre
Beijinhos
Renata
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Obrigado, que bom que você gostou. Abraços!
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