Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!
Poema: Galáxia
No vasto universo, um brilho particular.
As galáxias se exibem no imenso céu.
Um espetáculo de astros a bailar.
Em harmonia, como um doce véu.
Como pinturas cósmicas, se entrelaçam.
Milhões de estrelas, um mundo a criar.
Em formas únicas, elas se arranjam.
E das galáxias, o mistério vem desvendar.
São espirais que se desdobram no espaço.
Braços estelares se expandindo ao infinito.
Um balé de luzes, um deslumbre embaçado.
Envolvendo o céu com seu brilho bonito.
Em cada galáxia, histórias a contar.
Dos segredos do cosmo, das origens do tempo.
E os olhos curiosos tentam decifrar.
A alma do universo, o seu amor eterno.
Nas galáxias, a vida pode florescer.
Planetas habitados, mundos a sonhar.
E além do horizonte, a esperança renascer.
Que em algum lugar, haja vida a habitar.
E assim, admiramos as galáxias no além.
Numa dança estelar, num espetáculo sem fim.
E que em nossos sonhos, possamos também.
Ser como as galáxias, um brilho sem fim.
É isso! Até a próxima!
Autoria: Luciano Otaciano
Luciano seus poemas são extraordinários, são sempre fluídos, sim nas galáxias a vida pode florescer, Luciano feliz quinta-feira bjs.
ResponderExcluirOi, Lucimar! Muito obrigado! Que bom que você gostou do poema. Pessoalmente sou fascinado pelas galáxias. Um fraterno abraço querida.
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