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O Saber que Mora na Quietude

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Saber que Mora na Quietude  Fé, essa palavra que tantos pronunciam como quem decora uma senha para o céu, perdeu-se no ruído das certezas inventadas. Digo com o coração calmo; a verdadeira fé não está no acreditar — esse verbo que anda de mãos dadas com o medo —, mas no saber. Não no saber dos livros ou das cátedras, mas naquele que brota do silêncio que habita os corações que já se renderam. Não devemos esperar que tudo dê certo um dia. Isso é fé infantil, esperança com rodinhas. A fé madura sabe, simplesmente sabe, que tudo já está certo — ainda que nossos olhos insistam em enxergar bagunça, caos ou atraso. Esse saber não pede provas, nem precisa de plateia. Ele apenas é. Quieto, presente, firme como raiz de árvore grande e adulta. Veja bem, ou você sente Deus ou acredita em Deus. Os dois ao mesmo tempo, não dá liga. Quem acredita ainda precisa se convencer. Quem o sente ...

O Jogo dos Fortes

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir!



O Jogo dos Fortes  

 


Brasil. Terra quente, gente quente, e uma estranha mania de confundir canalhice com esperteza. 

Aqui, homem que conhece a lei é frouxo. Fraco. Um bundão de terno e pasta de couro. 

Mas quem grita isso normalmente é o mesmo que vai chorar no colo do contador quando a Receita bate na porta ou quando o nome aparece na lista negra do banco. 

A verdade nua, imunda e fedida é que seguir a lei nesse país não é moralismo. 

É tática. 

É sobrevivência. 

É o jogo jogado por quem sabe que, a longo prazo, trapaceiro morre pobre e envergonhado — se não for antes pra cadeia com o rabo entre as pernas. 

Vejo muito empresário com aquele brilho de malandro nos olhos — o tipo que acha que driblar a legislação é golpe de mestre. 

Mas o que eles colhem depois é o triplo da pancada: multa, tempo perdido e um nome que fede mais que banheiro de terminal rodoviário às três da manhã. 

Enquanto isso, os tubarões de verdade — os grandes — nadam lisos. 

Dentro da lei. 

Porque sabem que processo judicial aqui é bicho ruim. Gruda e não larga. 

E cada processo é como ter uma pedra no sapato por anos. Às vezes, uma vida inteira. 

Você cresce manchado, mancando, enquanto seu concorrente vai abrindo caminho com o peito estufado e CNPJ limpo. 

Ser forte, de verdade, é jogar certo quando ninguém está olhando. 

É entender que a lei não é só uma cerca: é um mapa. 

Onde o burro vê limite, o esperto vê atalho legal. 

Onde o preguiçoso enxerga dor de cabeça, o estrategista encontra lucro.

Eu trabalhei com isso. 

Virei a mesa. 

Transformei essas pedras legais em armas. 

Sei do que falo por experiência própria, não teoria sem prática. 

Compliance não é camisa de força — é armadura. 

Quem entendeu isso, não apenas sobreviveu. 

Dominou. 

Cresceu. 

Engoliu os “espertos” pelo caminho. 

Então, da próxima vez que alguém lhe disser que seguir as regras é coisa de fraco, olha bem nos olhos dele. 

E sorri. 

Porque você sabe que, no fim das contas, o verdadeiro poder não tá em trapacear. 

Tá em dominar o jogo com as cartas certas.





É isso! Até a próxima!



Autoria: Luciano Otaciano 

Comentários

  1. O que diz é pouco abonatório para o cidadão brasileiro.
    Há, nessa forma de ser, muito pouco civismo que acaba prejudicando o prevaricador.
    Abraço de amizade.
    Juvenal Nunes

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    Respostas
    1. Amigo Juvenal o sistema brasileiro é diferente de Portugal, portanto por aqui o prevaricador por vezes não é prejudicado e sim o cara que age dentro da lei. Abraço!

      Excluir
  2. Concordo em gênero, número e grau.

    Boa semana!

    O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!

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    Até mais, Emerson Garcia

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