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Poema: Sombras do Café Esquecido

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Sombras do Café Esquecido O café me deixou ligado, um fio solto no escuro. Você ficou de ligar, mas o silêncio engoliu a voz. A noite se arrastou em inferno cinzento e frio. Desespero de esperar, como cinzas caindo devagar. O passado voltou rasgando as bordas da memória. Você ficou de voltar, antes que a falta me comesse vivo. Antes que o ar rareasse, sufocando o último suspiro. Antes que o vazio se instalasse, eterno e sem fim. O sol voou rasante, bombardeando um coração exausto. Boca que extingue espécies, devagar, sem alarde. Mãos de acelerar partículas, mas tudo desacelera agora. Antenas para radioatividade, captando só barulho morto. Olhos de ler código de barras, frios como um supermercado vazio. Escaneando o que sobrou de nós, linhas sem cor. Se viver fosse sem você, que paz seria essa coisa alguma. Um alívio quieto, como chuva fina em janela embaçada. Mas não dá mais p...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

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