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Conto: Ester, suas duas Filhas e Anastácio

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Ester, suas duas Filhas e Anastácio   I Esqueceste, não foi? Esqueceste que sou tua mulher. Pois então, assenta esse corpo fatigado e encara, com os olhos bem abertos, a sentença que te cabe. Sou aquela com quem tu selaste pacto diante do altar de uma igrejinha simplória— onde o amor, idiota e esperançoso, ainda ousava se vestir de domingo. Eu, a que suportou tua ausência mesmo quando estavas presente; teus silêncios que transbordavam desculpas mal paridas; tua falta de norte disfarçada em pose de artista incompreendido. E agora, agora ousas tratar-me como sombra incômoda presa na sola de teus sapatos gastos — sombra que arrastas pelas calçadas da tua fuga. Sim, tua fuga. Covarde, silenciosa, disfarçada de liberdade. Tu, rodeado por essa fauna esnobe de cabeças ocas que sorvem café frio enquanto discutem Nietzsche como se mastigassem o próprio céu. Tu, sempre tu; ten...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

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