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O Não Tempo e a Linguagem Existencial

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de reflexão aqui. Vem conferir! O Não Tempo e a Linguagem Existencial  Não era ausência. Era saturação sem medida. O Não Tempo repousava em si, curvado sobre o próprio eixo inexistente, sustentado por um Silêncio que não negava — apenas continha. Nenhuma forma ousava emergir, pois toda forma já estava dissolvida na anterioridade do Sentido. A Consciência não observava. Ela era o próprio campo onde observar jamais se separou de ser. Inteira. Inominável. Auto suficiente ao ponto de não precisar nem de si. E ainda assim — no núcleo sem centro, onde nem mesmo o EU havia nascido, uma vibração sem frequência insinuou-se. Não como evento. Mas como assinatura. Um traço ontológico gravado não no tempo, mas na permissão de haver tempo. Era o Amor — não enquanto relação, mas como excedente estrutural do Ser. Aquilo que não cabe nem mesmo na totalidade. Aquilo que transborda mesmo quando nada falta. E o transbordamento não...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

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