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Conto: A Metrópole

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: A Metrópole  A cidade rugia como um animal faminto. Prédios subiam ao céu feito dentes, carros cuspiam pressa pelas ruas, e dentro do concreto, milhares de corpos se esbarravam sem jamais se tocar de verdade. Gabriel atravessava essa selva de vidro e fumaça com passos firmes, mas o coração em ruínas. Jovem arquiteto, erguia estruturas para o futuro e, ainda assim, nada sustentava o vazio que o corroía por dentro. Entre reuniões, projetos e noites regadas a taças vazias de companhia, a solidão o espreitava como sombra silenciosa. Alice vagava pela mesma metrópole, mas com outra fome. Não a do sucesso, mas a da palavra. Escrava dos cadernos, escrevia personagens que respiravam melhor que ela própria. Sua vida amorosa era uma página em branco — e cada esquina da cidade parecia um eco da ausência que habitava nela. Numa tarde encharcada de chuva, dois destinos colidiram. Gabr...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

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