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Poema: Desmembrado

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Desmembrado És vício — prece acesa na penumbra, oração que arde sem pedir perdão; fogo sagrado sob a pele, uma brasa que faz morada no meu coração. És meu temor mais antigo e sua sombra, luz que se insinua por detrás da cruz; o galo fende a noite com seu canto e, no dilúculo, me arrasta para onde vais. És cura — e a febre que me desatina, vento contrário à bússola e ao cais; meu castigo, meu abrigo mais secreto, a dupla face da maçã; doçura e mal. Teu nome corre em minhas veias, rubro, como um incêndio a ensinar-me a respirar; e o ar, que embala o sonho e a vertigem, faz do desejo um jogo sem lugar. Em cacos, entrego-me ao desenho do destino; abraço a dor, celebro o que não sei. Aceito o teu céu e o teu inferno, o amor que queima — e ao queimar, me faz. Desmembrado, sou inteiro em ti; paradoxo onde me desfaço e permaneço, perdição que acolho como casa, abismo em que me encontr...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

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