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A Cicatriz do Diabo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! A Cicatriz do Diabo Dizem por aí que o diabo marca seus escolhidos com uma cicatriz. Bobagem, né? Mas vai lá dizer isso pra quem acorda todo dia com uma dor estranha na pele, bem no meio das costas, onde ninguém consegue ver direito — só sentir. Na real, o mundo já nasceu marcado. Nas calçadas imundas, nos bares caindo aos pedaços, nos olhos vazios das pessoas que te encaram no trem lotado. Todo mundo tá carregando alguma merda nas costas. Uns chamam de trauma, outros de dívida, outros de ex-mulher. Mas tem quem diga que é coisa do capeta. O pessoal da Idade Média pirava nessa parada. Imaginavam o diabo andando por aí, deixando uma cicatriz em quem topasse vender a alma por um punhado de prata ou uma noite de prazer com uma mulher  gostosa. É engraçado como o ser humano sempre dá um jeito de botar a culpa em alguém quando faz merda. E a humanidade faz muita merda, não? ...

Libélula colorida

Libélula colorida
Descansa pensando na vida
Asa aberta e cristalina
Voa e de repente pousa
Novamente bela e positiva
Dançando para bailar
Suavidade veio ficar
Bonita para casar
És minha flor no teu olhar
Céu opaco cinzento
Face contra o vento
Corri naquele instante
Fui andarilho naquele momento
Pus me intacto com você no asfato
Atravesso o sofrimento
Eterno como tempo

Comentários

  1. Oi Luciano, tudo bem?
    Adorei a poesia.
    Bela escolha de palavras e rimas!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  2. Olá, Luciano.
    Amei a poesia. E a suavidade das palavras me tocaram.

    Prefácio

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sil! Fico tão feliz que minha poesia tenha lhe tocado.

      Excluir
  3. Escolha impecável de palavras.
    Adorei a poesia, muito bela. <3

    Abraço,
    Parágrafo Cult

    ResponderExcluir

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