Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: O Homem que Morava entre as Sete Luas e a Terra 1 Havia um homem que morava entre a Lua e a Terra. Não morava literalmente em nenhum lugar impossível. Tinha uma casa. Caminhava pelas ruas. Comia. Dormia. Trabalhava. Sentia calor. Sentia frio. Fazia sexo com mulheres apetitosas. E tinha os dois pés firmemente presos ao chão. Mas dentro dele existia uma distância. De um lado estava a Terra. Do outro, a Lua e suas sete variações. A Terra dizia: — Veja o que está acontecendo. A Lua dizia: — Veja o que poderia acontecer. A Terra dizia: — Esta mulher apenas olhou para você. A Lua dizia: — Talvez ela tenha visto algo em você. A Terra dizia: — Você ainda não sabe. A Lua dizia: — Mas posso imaginar. Durante muitos anos, o homem acreditou que precisava escolher. Tentou permanecer apenas na Terra. Tentou ser prático. Tentou olhar apenas para aquilo que podia tocar. Mas, quando fazi...
O desagrado é o motor da mudança. Enquanto ele não atinge um grau elevado, seguimos acomodados nas circunstâncias, ainda que sintamos um leve sinal de desconforto.
Somente quando esta sensação se amplia e, finalmente, tomamos a decisão de encarar o que a está causando, é que podemos dar o primeiro passo em direção à transformação.
A resistência é grande, pois a resposta certamente exigirá de nós coragem para eliminar a fonte de nosso desagrado. Se ela for de ordem material, o desafio pode não ser tão assustador. Mas, se estiver relacionada a fatores emocionais e envolver sentimentos, a dificuldade será muito maior.
Lidar com emoções conflitantes é um dos principais motivos pelos quais as pessoas se mostram paralisadas diante da vida. E, paradoxalmente, é também o que mais as mobilizam para se libertar, já que em algum momento a somatização irá acontecer, gerando desequilíbrios no corpo físico.
Muitas são as pessoas que passam grande parte da vida ignorando ou racionalizando os sentimentos, e somente quando a doença física se apresenta, é que elas se sentem pressionadas a buscar a ajuda necessária para mudar.
Apenas a auto observação permanente pode nos ajudar a perceber as razões pelas quais não nos sentimos plenamente felizes com nossa vida. E será também, em nosso interior, que vamos encontrar as respostas para essa questão. A ninguém mais cabe essa responsabilidade.
Alcançar a harmonia e a paz interior deveria ser o único objetivo de todo ser humano. Afinal, somente esta condição faz a vida valer a pena.
Você precisa entender a vacuidade que você está tentando preencher, e faça a pergunta, Por que estou vazio? A existência é tão plena, por que me sinto vazio? Talvez tenha perdido o rumo - não esteja mais me movendo na mesma direção, não seja mais existencial. Essa é a causa da minha vacuidade.
Então, siga a existência. Relaxe e aproxime-se da existência em silêncio e paz, em meditação. E um dia você irá perceber que estará pleno e abundante, transbordante - de alegria, de êxtase, de bem aventurança. Você estará tão pleno desses sentimentos que poderá distribuí-los para o mundo inteiro e ainda assim não se sentirá cansado.
Nesse dia, pela primeira vez você não terá qualquer ambição - por dinheiro, por comida, ou por qualquer outra coisa. Você viverá naturalmente, e encontrará tudo que você precisar. Faça isso!
Somente quando esta sensação se amplia e, finalmente, tomamos a decisão de encarar o que a está causando, é que podemos dar o primeiro passo em direção à transformação.
A resistência é grande, pois a resposta certamente exigirá de nós coragem para eliminar a fonte de nosso desagrado. Se ela for de ordem material, o desafio pode não ser tão assustador. Mas, se estiver relacionada a fatores emocionais e envolver sentimentos, a dificuldade será muito maior.
Lidar com emoções conflitantes é um dos principais motivos pelos quais as pessoas se mostram paralisadas diante da vida. E, paradoxalmente, é também o que mais as mobilizam para se libertar, já que em algum momento a somatização irá acontecer, gerando desequilíbrios no corpo físico.
Muitas são as pessoas que passam grande parte da vida ignorando ou racionalizando os sentimentos, e somente quando a doença física se apresenta, é que elas se sentem pressionadas a buscar a ajuda necessária para mudar.
Apenas a auto observação permanente pode nos ajudar a perceber as razões pelas quais não nos sentimos plenamente felizes com nossa vida. E será também, em nosso interior, que vamos encontrar as respostas para essa questão. A ninguém mais cabe essa responsabilidade.
Alcançar a harmonia e a paz interior deveria ser o único objetivo de todo ser humano. Afinal, somente esta condição faz a vida valer a pena.
Você precisa entender a vacuidade que você está tentando preencher, e faça a pergunta, Por que estou vazio? A existência é tão plena, por que me sinto vazio? Talvez tenha perdido o rumo - não esteja mais me movendo na mesma direção, não seja mais existencial. Essa é a causa da minha vacuidade.
Então, siga a existência. Relaxe e aproxime-se da existência em silêncio e paz, em meditação. E um dia você irá perceber que estará pleno e abundante, transbordante - de alegria, de êxtase, de bem aventurança. Você estará tão pleno desses sentimentos que poderá distribuí-los para o mundo inteiro e ainda assim não se sentirá cansado.
Nesse dia, pela primeira vez você não terá qualquer ambição - por dinheiro, por comida, ou por qualquer outra coisa. Você viverá naturalmente, e encontrará tudo que você precisar. Faça isso!
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