Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. O primeiro de 2026. Vem conferir! Conto: Cidade do Fim do Mundo: Portal Pro Além Dimensão I Acordei sem saber que dia era. A luz do sol queimava meus olhos com um azul que lembrava seu olhar, aquele que só eu sei decifrar. Na cidade do fim do mundo, o tempo já não obedecia mais ao relógio dos homens. Tentei levantar, mas o peso do corpo era descomunal. Cada osso parecia preso por memórias que me mantinham ali, grudado ao chão frio e rachado do que um dia foi minha casa. Lá fora, o silêncio era ensurdecedor. Nenhum canto de pássaro, nenhum ruído de motor, nenhuma voz humana. Apenas o som do vento assobiando entre os escombros e a lembrança dos que um dia estiveram ali. Senti um arrepio percorrer minhas costas, como se alguém estivesse ali, guiando meus passos sem se mostrar. Lembro de ter sonhado com um trem, um túnel, um apito longínquo. Talvez tenha sido real. Talvez tudo fosse sonho agora....
O desagrado é o motor da mudança. Enquanto ele não atinge um grau elevado, seguimos acomodados nas circunstâncias, ainda que sintamos um leve sinal de desconforto.
Somente quando esta sensação se amplia e, finalmente, tomamos a decisão de encarar o que a está causando, é que podemos dar o primeiro passo em direção à transformação.
A resistência é grande, pois a resposta certamente exigirá de nós coragem para eliminar a fonte de nosso desagrado. Se ela for de ordem material, o desafio pode não ser tão assustador. Mas, se estiver relacionada a fatores emocionais e envolver sentimentos, a dificuldade será muito maior.
Lidar com emoções conflitantes é um dos principais motivos pelos quais as pessoas se mostram paralisadas diante da vida. E, paradoxalmente, é também o que mais as mobilizam para se libertar, já que em algum momento a somatização irá acontecer, gerando desequilíbrios no corpo físico.
Muitas são as pessoas que passam grande parte da vida ignorando ou racionalizando os sentimentos, e somente quando a doença física se apresenta, é que elas se sentem pressionadas a buscar a ajuda necessária para mudar.
Apenas a auto observação permanente pode nos ajudar a perceber as razões pelas quais não nos sentimos plenamente felizes com nossa vida. E será também, em nosso interior, que vamos encontrar as respostas para essa questão. A ninguém mais cabe essa responsabilidade.
Alcançar a harmonia e a paz interior deveria ser o único objetivo de todo ser humano. Afinal, somente esta condição faz a vida valer a pena.
Você precisa entender a vacuidade que você está tentando preencher, e faça a pergunta, Por que estou vazio? A existência é tão plena, por que me sinto vazio? Talvez tenha perdido o rumo - não esteja mais me movendo na mesma direção, não seja mais existencial. Essa é a causa da minha vacuidade.
Então, siga a existência. Relaxe e aproxime-se da existência em silêncio e paz, em meditação. E um dia você irá perceber que estará pleno e abundante, transbordante - de alegria, de êxtase, de bem aventurança. Você estará tão pleno desses sentimentos que poderá distribuí-los para o mundo inteiro e ainda assim não se sentirá cansado.
Nesse dia, pela primeira vez você não terá qualquer ambição - por dinheiro, por comida, ou por qualquer outra coisa. Você viverá naturalmente, e encontrará tudo que você precisar. Faça isso!
Somente quando esta sensação se amplia e, finalmente, tomamos a decisão de encarar o que a está causando, é que podemos dar o primeiro passo em direção à transformação.
A resistência é grande, pois a resposta certamente exigirá de nós coragem para eliminar a fonte de nosso desagrado. Se ela for de ordem material, o desafio pode não ser tão assustador. Mas, se estiver relacionada a fatores emocionais e envolver sentimentos, a dificuldade será muito maior.
Lidar com emoções conflitantes é um dos principais motivos pelos quais as pessoas se mostram paralisadas diante da vida. E, paradoxalmente, é também o que mais as mobilizam para se libertar, já que em algum momento a somatização irá acontecer, gerando desequilíbrios no corpo físico.
Muitas são as pessoas que passam grande parte da vida ignorando ou racionalizando os sentimentos, e somente quando a doença física se apresenta, é que elas se sentem pressionadas a buscar a ajuda necessária para mudar.
Apenas a auto observação permanente pode nos ajudar a perceber as razões pelas quais não nos sentimos plenamente felizes com nossa vida. E será também, em nosso interior, que vamos encontrar as respostas para essa questão. A ninguém mais cabe essa responsabilidade.
Alcançar a harmonia e a paz interior deveria ser o único objetivo de todo ser humano. Afinal, somente esta condição faz a vida valer a pena.
Você precisa entender a vacuidade que você está tentando preencher, e faça a pergunta, Por que estou vazio? A existência é tão plena, por que me sinto vazio? Talvez tenha perdido o rumo - não esteja mais me movendo na mesma direção, não seja mais existencial. Essa é a causa da minha vacuidade.
Então, siga a existência. Relaxe e aproxime-se da existência em silêncio e paz, em meditação. E um dia você irá perceber que estará pleno e abundante, transbordante - de alegria, de êxtase, de bem aventurança. Você estará tão pleno desses sentimentos que poderá distribuí-los para o mundo inteiro e ainda assim não se sentirá cansado.
Nesse dia, pela primeira vez você não terá qualquer ambição - por dinheiro, por comida, ou por qualquer outra coisa. Você viverá naturalmente, e encontrará tudo que você precisar. Faça isso!
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