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Poema: O Sacerdote do Invisível

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! O Sacerdote do Invisível  No templo do silêncio, onde o pedaço é profundo.  Um sacerdote caminha, entre sombras do mundo.   Vestido de mistério, com olhos de estrelas. Ele fala com o vento, e ouve as donzelas.   Com mãos de sabedoria, ele toca o etéreo. Revela os segredos do que é misterio e assustador.   As preces são sussurros, as oferendas, as folhas.   Que dançam ao ritmo das antiquadas escolhas.   Ele sabe que a vida é mais do que se vê.   Que o amor é um fio que nos tece, sem querer.   Em cada batida do coração sagrado.   Ele escuta as vozes de um mundo encantado.   Na penumbra suave, onde a luz se esconde.  Ele guia as almas que o destino responde.   Com a calma de um sábio, ele ensina a crer. Que o invisível existe, é preciso saber.   E ao final da cami...

Poema: O Sacerdote do Invisível

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir!




O Sacerdote do Invisível 




No templo do silêncio, onde o pedaço é profundo. 

Um sacerdote caminha, entre sombras do mundo.  

Vestido de mistério, com olhos de estrelas.

Ele fala com o vento, e ouve as donzelas.  

Com mãos de sabedoria, ele toca o etéreo.

Revela os segredos do que é misterio e assustador.  

As preces são sussurros, as oferendas, as folhas.  

Que dançam ao ritmo das antiquadas escolhas.  

Ele sabe que a vida é mais do que se vê.  

Que o amor é um fio que nos tece, sem querer.  

Em cada batida do coração sagrado.  

Ele escuta as vozes de um mundo encantado.  

Na penumbra suave, onde a luz se esconde. 

Ele guia as almas que o destino responde.  

Com a calma de um sábio, ele ensina a crer.

Que o invisível existe, é preciso saber.  

E ao final da caminhada, quando a luz se apagar.  

O sacerdote do invisível nos ensinará a amar.  

Pois neste universo onde tudo é um laço.  

Cada ser é um templo, e cada amor, um espaço.





É isso! Até a próxima!




Autoria: Luciano Otaciano 

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