Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir!
Religião, pra quê?
Qual é a vertente religiosa mais prejudicial à sociedade?
Em minha perspectiva, atribuo tal infortúnio aos Cristãos Evangélicos, cuja prática de lavagem cerebral se manifesta de forma notória. Antes de eu me mudar de residência, por causa da violência desmedida e incontrolável que assola o meu amado Rio de Janeiro, meus vizinhos que aderiram a tal comunidade relegam toda e qualquer ocorrência unicamente à intervenção divina, transformando-se em indivíduos enfadonhos. É preciso ressaltar que nem todos compartilham dessa mentalidade, porém uma parcela substancial assim o faz. Nutro sincero respeito pelas convicções pessoais, desde que desprovidas de fanatismo religioso, qualquer que seja a crença. Pra mim não dá. Não engulo inverdades que julgam ser verdades absolutas. Ademais, o que me aflige profundamente são as denominadas revelações, que interpretar-se-iam como uma estratégia astuciosa de manipulação, com o intuito de instilar o medo no fiel seguidor. A minha devoção primária repousa no amor. Creio em Deus ( não o Deus Católico ), e isto pra mim é o que me basta atualmente. Na bagunça da vida, passei a maior parte dela achando que Deus era uma piada. Acreditei que tudo isso era balela, uma ilusão. Mas, como a fumaça de um cigarro que se dissipa quando a brisa entra pela janela, percebo agora que há algo maior entre nós. Deus, esta força estranha e insondável, flutua por entre nós. Isto posto já não tenho mais dúvida de que Deus exista. Só que, minha alma é teimosa. Não consigo engolir as regras e instituições que se aproveitam dessa ideia, arrastando gente pelos caminhos fáceis das verdades moldadas a favor deles. Prefiro manter os olhos abertos, olhando para o céu, buscando aquele mistério sem me deixar levar pela engrenagem dos dogmas e palhaçadas. No fundo, é um jogo sujo, e eu não estou a fim de ser mais um peão nessa história. Se estou certo? Não sei. É o que penso. É isso! Até a próxima!
Querido Luciano,
ResponderExcluirteu texto é direto, honesto e inquieto. Não recusa Deus, recusa o medo vendido como fé. Há crítica, mas também busca sincera por algo maior, sem dogmas nem manipulação. É um posicionamento , imperfeito e lúcido e justamente por isso verdadeiro.
Abraço
Fernanda
Oi, Fernanda! Obrigado por deixar seu comentário por aqui. Abraço amiga!
ExcluirQuerido amigo Luciano, bom dia.
ResponderExcluirPelo que entendi, você tem uma crença pessoal e direta em Deus, sem compromisso com igrejas, doutrinas ou sistemas religiosos organizados. Você tem fé, apenas não segue uma religião institucionalizada. É isso? Pois bem. Isto não é novidade para mim, nem me surpreende. Tenho visto muitas pessoas vivendo uma vida com propósito e valores, mas preferindo manter sua autonomia nas questões que envolvem a fé e as práticas religiosas. Acho tua posição totalmente válida, afinal a fé é tua, e o fato de você não gostar de religião (no sentido de instituições e dogmas) não diminui em nada a sinceridade de tua crença em Deus. Até porque, a fé é fonte de paz e conforto e jamais deveria alimentar conflitos como tem acontecido com o fanatismo religioso - que você apontou muito bem no teu post -. E ademais, a fé não tem nada a ver com religião formal. Cada um caminha o seu próprio caminho.
bjss, marli
Oi, Marli! Você entendeu perfeitamente a minha postagem. É exatamente isso que você tão bem pontuou minha amiga. Muito obrigado pelo seu comentário tão preciso e sábio. Abraço querida!
ExcluirA religião tem seu lado positivo e negativo, como tudo que existe nessa vida. Que possamos extrair o lado positivo das coisas.
ResponderExcluirBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia
É verdade! Boa semana pra você também amigo Emerson. Abraço!
ExcluirDeus é Amor!
ResponderExcluirExatamente!
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