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Conto: Mar de Louise

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Mar de Louise I Ela entrou no apartamento como quem não invade, mas também não pede licença. Havia nela uma presença calma, quase distraída, como se o espaço já a conhecesse antes de mim. O vestido claro não chamava atenção — era o movimento que chamava. Um modo de atravessar o ambiente sem se fixar nele. Seus olhos não procuravam nada, e talvez por isso encontrassem tudo. Cumprimentou-me com um gesto simples. Nada foi dito além do necessário. Ainda assim, algo se deslocou em mim, não como impacto, mas como ajuste. Um objeto antiquado encontrando, enfim, o lugar correto sobre a mesa. O perfume era leve. Não ficou. Passou. E foi exatamente isso que permaneceu. Louise caminhava pelo apartamento observando sem julgar. Tocava os móveis como quem reconhece uma história que não precisa ser contada. Em certos momentos, parecia ouvir algo que eu não ouvia. Em outros, parecia apenas de...

Solidão posta à mesa

Luzes acesas
Anunciam a incerteza
Dia sem clareza
Dúvidas e avareza
Solidão posta a mesa
Acariciam minha mente
Atacando minha vertente
Vozes em sua varanda
Dizem que eu sou seu
Calor exaustão
Vivo sem emoção
Frio na escuridão
Prelúdio sem vazão
A ti me perco sem perdão
Arco íris sem cor
Você sem sabor
Natureza viva flor
Antes era o sofredor

Comentários

  1. Bom dia Luciano, como está?!
    Parabéns pelo poema!!

    Beijos Mila

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  2. Oi Luciano, tudo bem?
    Parabéns pelo poema!
    Ficou bem visual, consegui imaginar um cenário solitário e desolado... Muito bom!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  3. Suas palavras me encantam!
    Bom fim de semana.

    Até mais, Emerson Garcia

    Jovem Jornalista
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