Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Mar de Louise I Ela entrou no apartamento como quem não invade, mas também não pede licença. Havia nela uma presença calma, quase distraída, como se o espaço já a conhecesse antes de mim. O vestido claro não chamava atenção — era o movimento que chamava. Um modo de atravessar o ambiente sem se fixar nele. Seus olhos não procuravam nada, e talvez por isso encontrassem tudo. Cumprimentou-me com um gesto simples. Nada foi dito além do necessário. Ainda assim, algo se deslocou em mim, não como impacto, mas como ajuste. Um objeto antiquado encontrando, enfim, o lugar correto sobre a mesa. O perfume era leve. Não ficou. Passou. E foi exatamente isso que permaneceu. Louise caminhava pelo apartamento observando sem julgar. Tocava os móveis como quem reconhece uma história que não precisa ser contada. Em certos momentos, parecia ouvir algo que eu não ouvia. Em outros, parecia apenas de...
Oi Luciano, bom dia!
ResponderExcluirRosas e espinhos, conjunto completo sempre, não é?!
Beijos Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila! Sim completo. Beijos!
ExcluirLindo poema!
ResponderExcluircobaiaamiga.com
Oi, Vi! Obrigado, fico feliz que tenha gostado.
ExcluirProfundo e espetacular.
ResponderExcluirBom restante de semana!
Até mais, Emerson Garcia
Jovem Jornalista
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Obrigado Emerson. Boa semana.
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