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Poema: Desmembrado

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Desmembrado És vício — prece acesa na penumbra, oração que arde sem pedir perdão; fogo sagrado sob a pele, uma brasa que faz morada no meu coração. És meu temor mais antigo e sua sombra, luz que se insinua por detrás da cruz; o galo fende a noite com seu canto e, no dilúculo, me arrasta para onde vais. És cura — e a febre que me desatina, vento contrário à bússola e ao cais; meu castigo, meu abrigo mais secreto, a dupla face da maçã; doçura e mal. Teu nome corre em minhas veias, rubro, como um incêndio a ensinar-me a respirar; e o ar, que embala o sonho e a vertigem, faz do desejo um jogo sem lugar. Em cacos, entrego-me ao desenho do destino; abraço a dor, celebro o que não sei. Aceito o teu céu e o teu inferno, o amor que queima — e ao queimar, me faz. Desmembrado, sou inteiro em ti; paradoxo onde me desfaço e permaneço, perdição que acolho como casa, abismo em que me encontr...

Escombros do passado!

Há muitos escombros nas ruas do passado de cada um.
Eles obstruem o fluxo evolutivo, pois enquanto não forem retirados dali, podem causar sérios danos psíquicos.
O trabalho digno no presente limpa esses "entulhos cármicos", alojados nas vielas da alma em prova.
Qualquer atividade positiva, por menor que seja, é digna de louvor.
É sempre melhor fazer corretamente o pequeno dever do que cometer um erro grande.
Há escombros do passado afetando a consciência no momento presente, por repercussão; mas há também o serviço luminoso, abrindo vários caminhos.
Que cada um fie-se na luz e siga em frente, pois a "marreta" do serviço positivo está pulverizando os escombros de antigos males no imo da consciência.
E que haja justiça e amor em todos os procedimentos!

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